domingo, 24 de março de 2013

Os 7 piores dias do planeta Terra


O planeta Terra tem cerca de 4,5 bilhões de anos, e nestes anos já viu muitos dias ruins (realmente ruins, com colisões planetárias, chuvas de fogo, gelo de polo a polo, nuvens tóxicas e tudo o mais). Confira sete dos piores dias que o globo já passou:

7. O impacto com Theia

A formação do planeta Terra foi um período de grandes impactos.
O que era um anel de gás e poeira foi formando “grumos”, que por sua vez se juntaram para dar forma ao planeta. Depois de alguns milhões de anos, a crosta da Terra já havia esfriado e solidificado, quando uma aproximação com um outro planeta acabou da pior forma possível: em uma colisão que lançou a atmosfera e parte da crosta terrestre no espaço.
O planeta hipotético que teria colidido com a Terra no início da sua “vida” recebeu o nome de Theia, e teria se formado ao mesmo tempo que o nosso, na mesma órbita. Com 10% da massa da Terra, mais ou menos o tamanho de Marte, o núcleo de Theia afundou e se tornou parte do núcleo terrestre, enquanto um pedaço de sua crosta se misturou a nossa crosta e também à massa que entrou em órbita.

  Essa massa que entrou em órbita formou primeiro um disco de matéria, como os anéis de Saturno, e depois se agregou em um novo corpo, a lua. Com sua órbita inclinada, o satélite estabilizou a rotação da Terra que, sem o seu constante puxão gravitacional, estaria sujeita ao dos outros planetas, o que desestabilizaria seu eixo.

6. O intenso bombardeio tardio

Levou cerca de 150 milhões de anos para a crosta terrestre resfriar e se solidificar novamente, quando outro “dia ruim” chegou: o intenso bombardeio tardio.
Por alguma razão desconhecida, depois que os planetas rochosos já estavam formados (e por isto o nome de “tardio”), uma chuva intensa de trilhões de asteroides e cometas atingiu o sistema solar interior. As causas podem ser alguma instabilidade nas órbitas dos gigantes gasosos, embora existam outras hipóteses.
Neste bombardeio, asteroides imensos atingiram o planeta. Alguns cientistas supõem que foi um período em que a vida se formava para em seguida ser apagada por um asteroide, e isto teria se repetido várias vezes.
Mas não há evidências na crosta terrestre deste bombardeio, que durou cerca de 200 milhões de anos. Qualquer cratera da época, cerca de 4,1 bilhões de anos atrás, foi apagada pela erosão.
As evidências deste bombardeio estão na lua, que tem algumas de suas maiores crateras datando daquela época. Qualquer chuva de asteroides que tenha atingido o satélite naquela época certamente atingiu a Terra também, além de Vênus, Mercúrio e Marte.
Mas há um ponto positivo no intenso bombardeio tardio. Alguns cientistas especulam que os metais que utilizamos hoje, entre eles platina, prata e ouro, foram depositados por estes asteroides, já que os metais que faziam parte do planeta teriam mergulhado para seu centro durante a fase em que a Terra estava liquefeita.

5. Terra bola de neve

Este foi um cataclismo que durou centenas de milhares de anos, chamado Terra bola de neve, um período em que a Terra congelou completamente. E não só uma vez, mas várias vezes.
Durante uma era do gelo típica, as geleiras avançam dos polos em direção ao equador, atingindo, do lado norte, as regiões que hoje correspondem à Nova Iorque, nos Estados Unidos, e Paris, na França. Mas quando aconteceram os eventos “Terra bola de neve”, toda a superfície do planeta congelou, de polo a polo.
Os piores episódios de congelamento do planeta teriam acontecido primeiro a 2,4 bilhões de anos, e depois, 600 milhões de anos atrás. Não há evidências diretas destes períodos de congelamento, mas a hipótese da Terra congelada explica porque há depósitos de glaciares em áreas que já foram o equador do planeta.
E o que teria causado este cataclismo gelado? Talvez a própria vida. Quando surgiu a vida, o gás que ela respirava era metano, um gás de efeito estufa, que teria mantido o planeta aquecido até que surgiu a clorofila na Terra, e os microrganismos passaram a produzir oxigênio.
O oxigênio oxidou o metano e produziu dióxido de carbono, e as criaturas que viviam de metano morreram na assim chamada catástrofe do oxigênio. O desaparecimento da camada de metano acabou com o efeito estufa da época, e o planeta congelou.
A era do gelo provavelmente acabou por causa da atividade vulcânica do planeta, que era mais intensa na época, o suficiente para descongelar o planeta.
Curiosamente, depois de ambos os períodos de congelamento, a vida floresceu no planeta com vigor renovado, causando a diversificação de vida microbiana a 2,4 bilhões de anos atrás, e a vida animal 600 milhões de anos atrás.

4. A extinção ordoviciana

99% de todas a espécies que já existiram estão extintas, a maioria por causa de eventos de extinção em massa. O primeiro destes aconteceu durante o período ordoviciano, 450 milhões de anos atrás.
De todas as extinções em massa, a do ordoviciano é a mais misteriosa. Como ela aconteceu há mais tempo do que todas as outras, as pistas sobre o que ocorreu são as mais tênues.
A princípio, os cientistas acreditaram que a extinção foi causada por uma era do gelo, mas uma nova hipótese está se formando: a de que a Terra foi banhada por um disparo de raios gama. Este tipo de evento acontece quando uma estrela explode ao longo de seu eixo, nas duas direções, norte e sul.
Um disparo de raios gama que atingisse a Terra vaporizaria 1/3 da camada de ozônio, expondo os seres vivos à doses letais de radiação e à radiação UV, prejudicial a nós. Além disso, o raio gama romperia as moléculas de nitrogênio e oxigênio, produzindo um nevoeiro de dióxido de nitrogênio, o que causaria um desastre secundário – uma era do gelo.
Não há certeza se a suposta era do gelo foi causada por um disparo gama, mas é certo que as criaturas vivas que se arrastavam na superfície e camadas mais altas do oceano sofreram um decréscimo enorme, sugerindo que foram mortas por raios UV.
Outra hipótese mais fantástica é a de que a Terra sofreu as consequências de uma onda de choque. A galáxia viaja por um fluxo de gás intergaláctico, e quando a Terra afasta-se acima ou abaixo do disco galáctico, é exposta a raios cósmicos causados pelo aquecimento deste gás na onda de choque à frente do sistema solar.
Isto acontece a cada 64 milhões de anos, o que corresponde a uma diminuição e aumento da biodiversidade da vida a cada 62 milhões de anos, que aparece no registro fóssil. Estarão ligados, estes eventos? É uma hipótese que ainda está sendo desenhada e não foi testada, mas parece poder explicar algumas extinções em massa na Terra.

3. A extinção KT

A extinção KT (do nome das camadas que ela separa, o Cretáceo e o Terciário) é a mais famosa. Aconteceu há 65 milhões de anos e foi causada pela queda de um asteroide, Chicxulub, na região de Iucatã que tem o mesmo nome. Ela liquidou os dinossauros e abriu caminho para o domínio dos mamíferos.
A novidade é que existe uma hipótese de que o asteroide Chicxulub não foi o único causador da extinção KT; ele teria sido apenas um coadjuvante. Um derramamento de lava que jorrou material suficiente para cobrir mais de um milhão de quilômetros quadrados, jogando gases tóxicos na atmosfera que poderiam alterar o clima da Terra, parece ser o principal culpado.
Este derramamento de lava já estaria acontecendo quando o asteroide Chicxulub deu o golpe de misericórdia nos dinossauros, na época já em declínio.
Também pode ser que tal golpe de misericórdia tenha sido múltiplo, com vários asteroides atingindo a Terra – Chicxulub não seria nem o maior deles.
Os defensores dos múltiplos impactos apontam para uma estrutura misteriosa no fundo do mar próximo da costa da Índia, que recebeu o nome de cratera Shiva. Mas os críticos apontam que a estrutura pode nem mesmo ser uma cratera de impacto.
E para quem está se perguntando se poderemos ter o mesmo fim dos dinossauros, a resposta é sim. A passagem do asteroide 2012 DA14 e a explosão do meteoro sobre a Rússia servem de aviso – isto pode acontecer novamente. Foguetes e tecnologia serão suficientes para nos salvar?

2. A Grande Mortandade

Esta é a maior extinção em massa do planeta Terra, e uma que ainda tem mistérios não resolvidos. Aconteceu a 250 milhões de anos atrás, e resultou na morte de 95% de todos os seres vivos que haviam no planeta. Mais vidas morreram então do que em qualquer tempo antes e depois, até hoje.
Durante décadas, os cientistas procuraram por pistas para a causa de tanta morte, e um dos culpados supostos seria um supervulcão da Sibéria cuja erupção durou um milhão de anos e produziu o maior fluxo de lava de que se tem notícia. O derramamento teria queimado plantas, liberando gases tóxicos e de efeito estufa, causando um aquecimento global.
O problema é que até as plantas que conseguem sobreviver com gás carbônico sucumbiram. O que poderia ter causado sua morte?
Recentemente, uma nova hipótese foi levantada: a de que houve também formação do gás sulfato de hidrogênio, que, combinado com o calor, poderia ter causado a extinção em massa da época.

1. Apocalipse Solar

Em cinco bilhões de anos, o sol vai mudar: vai passar de anã amarela para gigante vermelha quando seu hidrogênio acabar e ele passar a fundir hélio para formar carbono. Neste processo, deve se expandir e ficar 200 vezes maior.
Enquanto expande, o sol vai engolir primeiro Mercúrio, depois Vênus, e talvez a Terra – o destino do nosso planeta ainda não é conhecido; ele pode ser empurrado para uma órbita mais alta ou engolido também.
De qualquer forma, o planeta Terra de então será bem diferente do atual.
A cada bilhão de anos, o sol fica 10% mais brilhante, o que significa que em menos de 1 bilhão de anos o planeta estará brilhante o suficiente para arrancar o gás carbônico da atmosfera, matando as plantas que dependem deste gás para crescer e realizar a fotossíntese.
E não é só isso. Para nossa desgraça (provavelmente), os oceanos vão evaporar e toda a vida do planeta será extinta(?). A Era dos Animais deve terminar em cerca de 500 milhões de anos(?).

quinta-feira, 21 de março de 2013

10 ancestrais essenciais da evolução humana

10 – Sahelanthropus tchadensis (6 – 7 milhões de anos atrás)

Há cerca de 5,4 milhões de anos começou nossa separação em relação aos grandes primatas e muitos pesquisadores acreditam que o S. tchadensis seria o “elo inicial” deste processo. Em 2001, foi encontrado no Deserto de Djurab (República do Chade) um crânio fragmentado que supostamente era de um S. tchadensis e, ao analisar a parte do crânio que se conectava ao pescoço, imagina-se que o animal era bípede.
Contudo, há quem acredite que não se tratava de um elo evolutivo, pois a caixa craniana era menor (350 cm³) do que a dos chimpanzés (390 cm³). Outros argumentam que o crânio era distorcido demais para ser de uma espécie mais próxima dos humanos do que dos grandes primatas.


9 – Kenyanthropus platyops (3,5 milhões de anos atrás) 
Foi encontrado no Lago Turkana (Quênia) em 1999 um crânio capaz de suportar um cérebro um pouco maior (400 cm³) que o dos chimpanzés, e com dentes que indicavam mastigação dos alimentos. Outra diferença do K. platyops era sua face mais achatada, possível sinal de adaptação a novos ambientes. 

8 – Australopithecus afarensis (3 – 3,9 milhões de anos atrás)


Uma descoberta feita em Hadar (Etiópia) em 1974 ganhou destaque em veículos de comunicação do mundo todo: 40% (uma porcentagem considerável) do esqueleto de uma criatura que foi carinhosamente apelidada de “Lucy”. A anatomia sugere que Lucy tinha cerca de 1 metro de altura e pesava 30 kg, era bípede, passava o dia em terra e dormia sobre as árvores.
Outro esqueleto de A. afarensis, que ficou conhecido como “Selam”, sugere que a criatura tinha um cérebro de cerca de 440 cm³. Além do tamanho, outro diferencial seria um sulco dividindo o lobo occipital (ligado à visão) do resto do cérebro, presente em chimpanzés, mas não em humanos: o de Selam, de acordo com modelos baseados em seu esqueleto, seria menor do que o dos chimpanzés, um “passo” na escala evolutiva.



7 – Paranthropus boisei (1,4 – 2,3 milhões de anos atrás)


Criatura bípede e com um cérebro de 500 a 550 cm³ (44% do de um ser humano), o P. boisei ganhou o apelido de “Quebra-nozes” (“Nutcracker Man”) porque seria capaz de comer alimentos duros, como nozes, sementes e tubérculos (dentes grandes e maxilares fortes davam conta do recado). Acredita-se que essa dieta era suficiente para o gasto energético de seu cérebro, maior que o dos seus ancestrais.



6 – Homo habilis (1,6 – 2,5 milhões de anos atrás)


O H. habilis, até onde sabemos, foi o primeiro entre nossos ancestrais a usar pedras como ferramentas, e por isso é também chamado de “Handyman” (em português, algo como “Faz-tudo”). Seus polegares eram relativamente largos, o que garantia uma certa destreza na hora de criar e usar ferramentas. Além disso, ele teria vivido em uma época de intensas mudanças climáticas (em “apenas” alguns milhares de anos, lagos se tornavam desertos, e depois voltavam a ser inundados), algo que o forçou a se adaptar muito para sobreviver.



5 – Homo ergaster (1,5 – 1,8 milhões de anos atrás)


Em relação ao tamanho do cérebro, o H. ergaster estava “chegando lá” (850 cm³, ou 71% do tamanho do cérebro humano moderno) e pode ter sido a primeira espécie a dominar o fogo, além de criar instrumentos de pedra mais sofisticados. Ao contrário do que ocorria nas espécies anteriores, macho e fêmea não eram muito diferentes (havia menos “dimorfismo sexual”) e há evidências de que o H. ergaster tinha uma forma primitiva de comunicação por símbolos.



4 – Homo erectus (0,4 – 1,8 milhões de anos atrás)


Em 1984, foi encontrado próximo ao Lago Turkana (Quênia) o esqueleto de um “menino” (entre 8 e 11 anos de idade) da raça H. erectus, que dominava o fogo, construía ferramentas e vivia em pequenas comunidades – ao abandonar a vida nas árvores, esses ancestrais precisavam manter predadores afastados, algo que seria mais fácil com a vida comunitária.
O cérebro do “Menino de Turkana” tinha 900 cm³ (75% do tamanho do cérebro de um ser humano moderno) e há evidências de que possuía uma área de memória e fala altamente desenvolvida. Um cérebro maior demandava mais energia, um problema com o qual o H. erectus podia lidar com certa facilidade: caminhando sobre duas pernas e com menos pelos no corpo, ele era capaz de caçar certos animais de modo eficiente, obtendo na carne a energia de que precisava.



3 – Homo heidelbergensis (0,2 – 0,6 milhões de anos atrás)


Há evidências de que o H. heidelbergensis enterrava seus mortos de modo ritualístico (uma espécie de cemitério no norte da Espanha reúne vários restos mortais da espécie), possivelmente com oferendas para um deus ou para ajudar o morto numa “vida além-túmulo”.
Possivelmente, esse ancestral tinha um cérebro maior que o nosso (1.100 a 1.400 cm³), era capaz de planejar, se comunicar de modo simbólico e construir abrigos elaborados. Algumas tribos teriam viajado para o continente europeu (entre 300 mil e 400 mil anos atrás) e evoluído para o Homo neanderthalensis, enquanto as que permaneceram na África deram origem ao Homo Sapiens.



2 – Homo neanderthalensis (0,03 – 0,3 milhões de anos atrás)


Mesmo com um cérebro maior que o do Homo Sapiens, o H. neanderthalensis teria habilidade de manipular objetos, raciocínio e memória menos desenvolvidos. Suas armas (facas e lanças) exigiam que se aproximassem de suas presas, o que explicaria por que tantos esqueletos da espécie foram encontrados com fraturas. Sua dieta era extremamente rica em carne, independentemente do ambiente em que a espécie se encontrava, o que sugere uma baixa capacidade de adaptação.



1 – Homo sapiens (0,2 milhões de anos atrás – presente)


Depois de uma longa caminhada, aqui estamos nós. Embora guerras, preconceitos e outros problemas possam às vezes nos levar a pensar o contrário, o H. sapiens é uma espécie evoluída: com domínio do fogo e uma grande habilidade de se adaptar, sobreviveu a uma grande seca na África há 140 mil anos que quase extinguiu a espécie. Corpos mais esguios exigiam menos calorias, e armas como arco-e-flecha e lanças de arremesso tornavam as caçadas mais seguras. E, naturalmente, cultura falada e escrita ajudaram a passar conhecimentos essenciais para as futuras gerações.


 Fonte: hypescience.com

domingo, 10 de março de 2013

A verdade sobre a mãe de DEUS

Lua Maria: Rainha do Céu

"As deusas têm histórias para contar. Uma história distante, muito tempo ignorada, é que, em sua forma original, não adulterada, eram partenogenéticas. A palavra partenogênese vém do grego parthenos(virgem) e gignesthai(nascer). Isso significa, essencialmente, que nasceu de uma virgem, ou seja, sem a participação de um macho. Para uma deusa ser "partenogenética", portanto, significa que ela se destaca como uma criadora primordial, que não requer nenhum parceiro para produzir o cosmos, terra, matéria, vida e até mesmo a outros deuses fora de sua própria essência. Evidência abundante mostra que, em seus primeiros cultos, antes que eles fossem substituidos por panteões patriarcais, as esposas, irmãs e filhas de deuses masculinos, as várias divindades femininas do antigo mundo mediterrâneo foram realmente consideradas geradoras de auto creatrixes, virgens. "

Como é o caso com o próprio Jesus Cristo, os pais do Godman, José e Maria, nunca aparecem nos registros históricos contemporâneos do tempo em que supostamente teriam existido. Nem são mencionados em escritos não-cristãos e evangélicos mais cedo do que o tempo do  suposto pai da Igreja, Inácio (m. 107 dC). Curiosamente, o texto sagrado islâmico, o Alcorão, mostra Jesus e Maria na mesma época do suposto Moisés , ou o século 13 aC. Árabes acreditavam que Jesus era Josué, o profeta do Velho Testamento, e que a mãe de Josué era "Mirzam," a Miriam do Êxodo, irmã de Moisés e Aarão. A este respeito, Josué é Jesus em grego, e ambas, Mirzam e Miriam são equivalentes a Mariam ou Maria. Os persas acreditavam que a mãe de Josué era a Mosaica Miriam. Assim, de acordo com a tradição do Oriente próximo, apareceu um Jesus, filho de Maria, mais de mil anos antes da era cristã. Além disso, como Jesus, que foi chamado de "Emanuel" (Mt 1:23), um "título persa do" Immani deus ', ou E-mani ", venerado em Elam como um mártir sagrado rei", o persa salvador Mani foi dito ter sido "nascido de uma virgem chamada Maria." 

A Deusa Virgem


Na realidade, o mundo antigo abundavam com tradições, profecias, fábulas e mitos de concepções e nascimentos miraculosos, muito antes da era cristã. O mito da virgem mãe é bastante comum em culturas pré-cristãs e isso demonstra a falta de originalidade e historicidade dentro do Cristianismo. No início da era cristã, a própria Maria, acreditava-se ter nascido de uma virgem, que, se tomado literalmente, representaria um virgem [ou milagroso] nascimento antes de Cristo, tornando seu nascimento próprio banal e mundano, ao invés de miraculoso e divino. Uma fonte da Imaculada Concepção de Maria foi o escritor cristão São João de Damasco (c. 676-c. 754-787), que afirmou que os pais de Maria foram "cheios e purificados pelo Espírito Santo, e livre da concupiscência sexual". Quanto a esta matéria, a Enciclopédia Católica ("Imaculada Conceição") afirma que o "mesmo elemento humano" que deu origem a Maria ", o material de que ela foi formada, era puro e santo." Em outras palavras, a doutrina católica diz que, como Jesus, "a Virgem Maria" foi "concebida sem pecado". A fim de manter a "singularidade" do nascimento virginal de Cristo, no entanto, esta afirmação a respeito de Maria não é levada a sério. O que prova, no entanto, é que fabulosas reivindicações cristãs são baseadas em piedosa especulação , não como fato histórico, são especulações por parte dos fiéis que muda de época para época, dependendo da necessidade.

Como se vê, a Virgem Maria é, como Jesus Cristo, um mítico personagem, fundada sobre antigas deusas . Seguindo os passos de deusas como Afrodite, Astarte, Cybele, Deméter, Hathor, Inanna, Ishtar e Ísis, Maria é "tanto virgem e mãe como muitas delas. Ela dá à luz a um meio-humano, meio- criança divina, que morre e renasce. Quanto à Grande Deusa Mãe, de quem Maria é base e cujos nomes são legiões, em precursoras e rivais do cristianismo, Francis Legge diz:

"Suas características mais proeminentes mostra ela ser a personificação da Terra, a mãe de todos os viventes, sempre trazendo a vida, e sempre virgem ..."

Em credos pagãos e cristãos (159-161), Edward Carpenter recita uma longa lista de mães virgens:


Zeus, pai dos deuses, visitou Semele ... na forma de uma tempestade, e ela deu à luz o grande salvador e libertador Dionísio. Zeus, mais uma vez, visitou Danae impregnado-a em uma chuva de ouro, e que a criança nascida foi Perseu ... Devaki, a Virgem radiante da mitologia hindu , tornou-se a esposa do deus Vishnu e dessa união nasceu Krishna, o herói amado e protótipo de Cristo. No que diz respeito a Buda, São Jerônimo diz: "Ele é transmitido entre os Gimnosofistas da Índia, que Buda, o fundador de seu sistema, foi trazido por uma virgem do seu lado." A Isis egípcia, com a criança Horus em seus joelhos , foi homenageada séculos antes da era cristã, e adorada sob o nome de "Nossa Senhora", "Rainha do Céu", "Estrela do Mar", "Mãe de Deus", e assim por diante. Antes dela, Neith a Virgem do Mundo , cuja figura, curvas do céu sobre as planícies da terra, era aclamada pelos filhos dos homens, como mãe do grande deus Osíris ...

A antiga deusa germânica Hertha (a Terra) era uma virgem, foi engravidada pelo Espírito celeste (o céu), e sua imagem com uma criança nos braços era para ser vista nos bosques sagrados da Alemanha. A Frigga escandinava, da mesma maneira, sendo presa nos abraços de Odin, o Pai de Todos, concebeu e deu à luz um filho, o Balder abençoado, curador e salvador da humanidade. Quetzalcoatl, o salvador (crucificado) dos astecas, era filho de Chimalman, a Rainha Virgem dos Céus. Mesmo os chineses tinham uma deusa-mãe e virgem com a criança em seus braços, e com os etruscos antigos acontecia o mesmo ...

Além da imagem de mãe e filho onipresente, começando pelo menos cinco milênios atrás, são as estátuas negras da Virgem-Mãe encontradas em todo o Mediterrâneo e especialmente em igrejas italianas, representando a muito antiga deusa egípcia Ísis, bem como a Mary mais tarde, ter sido repensada ou "batizada de novo", como a mãe judia de Deus. Em relação a este desenvolvimento, em seu artigo o "nascimento virgem de Cristo" a Enciclopédia Católica ("CE") observa:


"A primeira turma de escritores recorreram à mitologia pagã, a fim de criar o início da tradição cristã a respeito do nascimento virginal de Jesus. Usener argumenta que os primeiros cristãos gentios devem ter atribuído a Cristo o que seus ancestrais pagãos haviam atribuído a seus heróis pagãos; portanto, a filiação divina de Cristo é um produto do pensamento religioso dos cristãos gentios. Assim, encontramos na Virgem Maria, uma imitação da deusa egípcia Ísis, mãe de Horus ... "

Em relação à usurpação da Virgem Mãe pelo cristianismo, que simplesmente constituiu a mudança da deusa de uma etnia para outra, em O Paganismo no Nosso Cristianismo (121-123) o apologista Sir Arthur Weigall observa:


" ... enquanto a história da morte e da ressurreição de Osíris pode ter influenciado o pensamento dos primeiros cristãos em relação à morte e ressurreição de nosso Senhor, não pode haver dúvida de que os mitos de Ísis tinham uma relação direta com a elevação de Maria, mãe de Jesus, a sua posição celeste na teologia católica romana ... Em seu aspecto como a mãe de Horus, Ísis foi representada em dezenas de milhares de estatuetas e pinturas, segurando a criança divina em seus braços, e quando o cristianismo triunfou estas pinturas e figuras tornaram-se os da Madonna e criança, sem qualquer solução de continuidade: nenhum arqueólogo, de fato, pode agora dizer se alguns desses objetos representam a um ou outro ".
Como a Maria cristã e a Isis egípcia, a deusa cananéia Astarte, mencionada no Antigo Testamento, era a "Virgem do Mar", bem como a "Mãe de Deus e Senhora das Águas". Outra deusa virgem era a mãe do deus frígio Átis , cujo culto generalizado "deve ter influenciado os primeiros cristãos." Como Weigall (115-116) relata:


Attis era o Bom Pastor, o filho de Cibele, a Grande Mãe, ou, alternativamente, a Nana Virgem que concebeu sem a união com o homem mortal, como na história da Virgem Maria ... Em Roma a festa de sua morte e ressurreição foi realizada anualmente a partir de março 22-25; e a conexão da religião com o cristianismo é mostrado pelo fato de que na Frígia, Gália, Itália e outros países onde o culto a Átis  era poderoso, os cristãos adotaram a data real, 25 de março, como o aniversário da paixão de nosso Senhor.
A pré-cristã, virgem deusa Myrrha, era a mãe do deus Adonis, que a tradição diz que nasceu em Belém ", na mesma caverna sagrada que os cristãos mais tarde afirmaram ser o local de nascimento de Jesus." Na verdade, Myrrha foi "identificada como Maria pelos primeiros cristãos que chamavam Mirra de mãe de Jesus e mãe do mar."
É também um produto de um nascimento virginal, a concepção indiana do avatar Buda, retratado como vindo de sua mãe Maya em um sonho, semelhante aos contos do evangelho conflitantes do sonho de José ou o anjo que apareceu a Maria. Quanto a Buda, em Cristianismo Antes de Cristo o Dr. John Jackson afirma:


" Ele dizia ter nascido da Virgem Maya ou Maria. Sua encarnação foi realizada pela descida do Espírito Santo sobre a Virgem Maya. O bebê Buda, logo após o nascimento, falou à sua mãe, dizendo: 'vou pôr um fim aos sofrimentos e tristezas do mundo'. Quando estas palavras foram proferidas, uma luz mística cercou o Messias infantil ".
Este tema mítico não é incomum, como o nascimento de Jesus através de uma virgem, reividicado pelos primeiros cristãos "hereges", foi dito também, que Júlio César nasceu através de sua mãe  virgem(é daí que vem a palavra "cesariana"). Assim também era o deus sol Rá egípcio, "nascido de sua virgem mãe", um tema que reflete a relação entre o sol e a lua. Parte do "fenômeno lunar" simboliza o útero da mãe Lua, em que a criança solar pode ser visto crescer. Por isso, a mãe de Buda, Maya, foi descrita como transparente, como foi o de Maria grávida ".


Como a mãe de Buda(a rainha Maya), a esposa do carpinteiro(Maria) é também uma "rainha", como em "Rainha do Céu". Precursora de Maria, o estado de Isis imensamente popular como "Rainha do Céu" foi estabelecido eras antes, e continuou até a era comum. Em seu romance latino do século II dC, O Asno de Ouro, Lucius Apuleio descreve Isis fazendo introdução de si mesma para o "quadrúpede infeliz", como segue:


"Eu sou aquela que é a mãe natural de todas as coisas, amante e governanta de todos os elementos, a progênie inicial de mundos, a chefe do divino poder, rainha do céu, a principal das deusas celestes, a luz das deusas. Na minha vontade os planetas do ar, os ventos salutares dos mares e o silêncio do inferno estão eliminados. Meu nome, minha divindade, é adorada em todo o mundo, de diversas maneiras, nos costumes variáveis ​​e em muitos nomes, os frígios chamam-me a mãe dos deuses, os atenienses, Minerva, as cortesãs, Vênus, os Candians, Diana, os sicilianos, Proserpina, a Eleusinians, Ceres, alguns, Juno, outros, Bellona, ​​outros, Hecate e, principalmente, os etíopes que moram no Oriente, e os egípcios ... me chamam Rainha Ísis. " 

Como pode ser visto, Isis foi fervorosamente reverenciada com o epíteto de várias Divindades, muito antes de Maria ter alcançado esse rank.

Maria, Deusa da Lua

A virgem-deusa, "Rainha do Céu" é prevalente no mundo antigo pela razão que ela é astrológica ou astrotheological , simbolizando a lua, a terra, Vênus e Virgem do amanhecer. As muitas deusas, assim, resolvia as variantes em um tema, um dos quais era a lua, uma característica  onipresente do mito deus-sol, em que a lua, espelhando a luz do sol, "dá à luz" ao sol. Em Cristo Lore (30-31) , Hackwood descreve o desenvolvimento astrotheological deste tema:


"A Virgem Maria é chamada não só a Mãe de Deus, mas a Rainha dos Céus. Este se conecta diretamente com seu conhecimento astronômico . A ornamentação de igrejas muito continentais, muitas vezes inclui uma representação do Sol e da Lua "em conjunto", sendo a Lua e ele,  emblema da Virgem com o Menino ....

"Como a Lua ... é o símbolo de Maria, Rainha do Céu, assim também uma estrela brilhante, às vezes simboliza aquele cuja estrela foi visto em Jerusalém pelos Magos do Oriente.

"As muitas representações de Maria com a lua crescente reflete seu status como a deusa da lua antiga, exemplificada pela deusa egípcia Ísis."
Em seu livro, que data do primeiro século a.C em antiguidades egípcias, o escritor grego Diodoro da Sicília (14-15) afirma que o deus egípcio Osíris simboliza o sol, enquanto sua esposa / irmã, Isis, é a lua:

"Agora, quando os antigos egípcios impressionados, viraram os olhos para os céus, eles concluíram que dois deuses, o sol e a lua, eram primitivos e eternos, e chamou o primeiro de Osíris, e Isis a este último, a atribuição de cada um destes nomes está de acordo com alguma característica relevante ...
"... Agora, Isis, na tradução, significa" antiga ", um nome dado por sua origem antiga e imortal. Eles mostram chifres em sua cabeça, tanto da aparição dos chifres da lua quando em sua fase crescente, e porque a vaca tem chifres e era sagrada para ela entre os egípcios. "

Como o protótipo de Isis, a egípcia lunar virgem deusa Neith, que era adorada antes da era cristã por milênios, o Rev. James em  os Deuses Antigos (pag. 84) observa:


Ela também ... era a mãe virgem do deus-Sol, depois de ter dado à luz a Re [Ra] como a vaca grande, e foi identificada com Ísis como esposa de Osíris, tornando-se posteriormente uma das formas de Hathor. Na verdade, ela era a Grande"Deusa, a mãe de todos os deuses." ...

... Ela era eterna, auto-existente, auto-sustentável e que tudo permeia, personificando o princípio feminino de todos os tempos antigos. Acreditava-se que ela teria trazido o transcendente deus-Sol sem a ajuda de um parceiro masculino. 
A deusa virgem mãe representa não somente a lua, mas também a constelação de Virgem. Esta informação importante sobre a Virgem é encontrada em textos antigos, como os Eclogues (37 aC) do poeta romano Virgílio, em que é descrito ou "profetizado" o "retorno da virgem", ou seja, Virgem que traria "uma nova raça de homens enviados do céu", bem como o nascimento de um menino "de quem a raça dourada deveria surgir." Desta virgem, o nascido "menino de ouro" é na realidade o dom .


Em relação a natividade solar, em The Golden Bough (416) Sir Frazer explicita:

O ritual do nascimento, como parece ter sido celebrado na Síria e no Egito, foi notável. Os celebrantes se aposentaram em certos santuários internos, a partir do qual à meia-noite eles emitiam um grito alto, "A Virgem deu à luz! A luz é a depilação!" Os egípcios ainda representavam o sol como a imagem de uma criança recém-nascida, que no seu aniversário(o solstício de inverno), era trazida e apresentada para seus adoradores. Sem dúvida, a Virgem que, assim, concebeu e teve um filho no dia vinte e cinco de dezembro foi a grande deusa Oriental a quem os semitas chamaram a Virgem Celestial, ou simplesmente Deusa Celestial ...

A autoridade Latina Macróbio, na Crônica pascal relata que o sol recém-nascido (Horus) era apresentado ao público todos os anos no solstício de inverno, como um bebê em uma manjedoura. A parte pertinente do Chronicle diz o seguinte:


"Para este dia, o Egito tem consagrado a gravidez de uma virgem, e o nascimento de seu filho, a quem apresenta anualmente em um berço, para a adoração do povo, e quando o rei Ptolomeu, 350 anos antes de nossa era cristã , exigiu dos sacerdotes a importância desta cerimónia religiosa, eles lhe disseram que era um mistério. " 
O autor Chronicle(s) confirma que o cristianismo é uma continuação da antiga religião astrotheological  quando afirma que a "Anunciação de Nossa Senhora", ou seja, a concepção de Cristo da Virgem Maria, ocorreu em 25 de março, no equinócio vernal, exatamente nove meses anteriores à data de nascimento, em 25 de dezembro, no solstício de inverno. 

Enquanto as massas foram mantidas no escuro, a elite conhecedora do que a Virgem representa verdadeiramente, tentaram vários sofismas para explicar "a sua" relação com a vida "terrena" do suposto Jesus." Quanto à natureza astrotheological da história do Evangelho, incluindo o nascimento virginal / Imaculada Conceição, o famoso teólogo cristão, Albertus Magnus santo, ou Alberto, o Grande (1193 -1280?), admitiu:


"Nós sabemos que o sinal da Virgem celeste veio para o horizonte no momento em que fixamos o nascimento de nosso Senhor Jesus Cristo, todos os mistérios da encarnação de Cristo,  nosso Salvador e todas as circunstâncias de sua vida maravilhosa, desde a sua concepção até sua ascensão, estão traçados nas constelações, e são determinados nas estrelas. " 
O nascimento virginal, assim, refere-se à hora da meia-noite de 25 de dezembro, quando a constelação de Virgem se eleva no horizonte.

Outro exemplo da astrotheologya antiga aparece na observância da "Assunção da Virgem", comemorado no catolicismo em 15 de agosto, quando a Virgem Maria foi tida como"ssumida" ou "ocupada". A observância não é representativa de um evento real que aconteceu com um personagem histórico, mas comemora o momento em que a constelação de Virgem é "tornada invisível pelos raios solares." Em outras palavras, manchas do sol de verão brilha fora de Virgem. A natividade de Maria, observado em 08 de setembro, ocorre quando a constelação é visível novamente.

A deusa não é somente a lua e Virgem, mas também a aurora, que diariamente dá à luz ao sol. Pelo eminente egiptólogo Christão E. A. Wallis Budge de avaliação, a Isis versátil é também "a divindade do amanhecer", que, segundo a mitologia muito antiga, iria fazê-la "inviolável" e "eterna", ou seja, uma virgem perpétua. Mesmo escritores cristãos têm entendido a conexão entre a Virgem e o amanhecer, como exemplificado em "uma das homilias de São Amedus na Virgem", que inclui o seguinte em relação a Mãe Maria:


"Ela é a Fonte de águas de toda a terra, a Aurora que precede o verdadeiro sol. Ela é a saúde (salus) de tudo, a reconciliadora de todo o mundo, o inventress da graça, a geratriz da vida, a mãe da salvação. " 
Como é evidente, o culto da Virgem Ísis foi finalmente e quase perfeitamente transformado em um culto a Virgem Maria:


"O culto da Virgem Maria como a Theotokos, ou Mãe de Deus, que foi introduzido na Igreja Católica sobre a época da destruição do Serapeum, permitiu que os devotos de Ísis continuasem sua adoração da deusa-mãe simplesmente trocando o nome do objeto de sua adoração.
Como Weigall (204-208) elucida, o cristianismo em geral, constitui uma repetição do Paganismo:


Da mitologia Pagã, o cristianismo tinha, consciente ou inconscientemente, tomado uma história maravilhosa e tinha  incorporado na vida de Jesus ...

... Muitos dos deuses pagãos antigos foram levados para a Igreja como santos. Castor e Pólux se tornaram St. Cosmo e São Damião; Dionísio, cujo muitos de seus atributos foram anexados a São João Batista, ainda mantém seu lugar como St. Denis de Paris. ... em toda a cristandade, os lugares sagrados pagãos foram perpetuados pela ereção de capelas ou igrejas cristãs nos mesmos locais, e há centenas de santuários dedicados à Madonna em terra, uma vez sagrados para ninfas e deusas, enquanto os  santos poços ou nascentes do paganismo agora são os poços de santos da Igreja. As estátuas de Júpiter e Apolo se tornaram as de São Pedro e São Paulo, e as inúmeras   estátuas de Ísis se transformaram em pessoas da Virgem Maria ...
Não só foi o culto de Ísis usurpado pelo de Maria, mas também as incontáveis aparições que ​​os adoradores anteriores acreditavam ser a deusa egípcia foram posteriormente afirmado ser aparições da Virgem Maria. Embora muitos cristãos pensem que tais visões de "Maria" e de "Jesus" validem a prova de seu sistema de crença, o fato é que as aparições de numerosos deuses e deusas para os seus milhões de seguidores têm sido bastante comum no mundo, em uma ampla variedade de culturas, começando séculos e milênios anteriores à era cristã. A aparência de um suposto deus ou deusa, portanto, não prova a validade de qualquer religião em particular. 

No final, assim como seu Filho o Sol, a Lua Virgem Maria é um personagem mítico baseado em deusas mais velhas que foram elas mesmas personificações astrotheological dos corpos celestes e terrestres em princípio.