domingo, 25 de dezembro de 2011

A PARTÍCULA DE DEUS

Os resultados das pesquisas para encontrar o bóson de Higgs, também chamado de “partícula de Deus”, estão animando a comunidade científica. Nesta terça-feira, físicos do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (CERN, na sigla em inglês), em Genebra, afirmaram que o bóson pode ter sido “vislumbrado”, mas ainda são necessários mais dados para comprovar a sua existência. O bóson de Higgs seria responsável pela massa de todas as partículas e explicaria a origem de todas as massas do universo.

O bóson de Higgs é uma partícula subatômica que ainda não foi vista, mas estudos indicam que ela pode existir. Seu modelo foi proposto para explicar a massa por seis físicos, incluindo Peter Higgs, em 1964. Ela é o último item que falta para o “Modelo Padrão”, que explica como as partículas interagem. Caso a “partícula de Deus” tenha sua existência comprovada, será a principal descoberta da física dos últimos 60 anos.


Para encontrar o bóson, duas equipes – Atlas e CMS – estão realizando pesquisas independentes no Grande Colisor de Hádrons (da sigla em inglês, LHC). Os novos resultados mostraram que o mais  provável é que a partícula esteja em faixas de menor energia - de 116-130 GeV (giga elétron-volts). Partículas pequenas como o bóson são medidas em elétron-volt. Um bilhão de elétron-volts, ou um giga elétron-volts, são representados pela sigla GeV.


Caso o Higgs exista, sua duração é muito curta e de rápida transformação para partículas mais estáveis. Essa mudança pode ocorrer de várias maneiras e, por isso, os cientistas usam distintas linhas de pesquisa para buscar o bóson. Apesar de a “partícula de Deus” até o momento existir apenas no papel, alguns cientistas acreditam que estão perto de confirmar se ela é uma realidade ou não. Contudo, os pesquisadores estão confiantes, já que as duas equipes envolvidas, Atlas e CMS, chegaram aos mesmos resultados, causando uma enorme expectativa na comunidade cientifica.


domingo, 18 de dezembro de 2011

SETE INVENTORES QUE FORAM MORTOS POR SUAS INVENÇÕES

7 – O homem vestido de paraquedas


As primeiras décadas de aviação, em que vários procedimentos ainda eram novos, custaram a vida de alguns aventureiros. Pensando nisso, o austríaco Franz Reichelt resolveu confeccionar uma roupa que servisse como paraquedas. Alfaiate de profissão, ele esperava que sua roupa pudesse abrir no ar em um curto período de tempo, digamos, uma queda de 60 metros da Torre Eiffel.
E foi essa façanha que ele tentou concretizar no dia 4 de fevereiro de 1912, aos 33 anos, quando chamou a cidade de Paris para testemunhar o sucesso de sua invenção. Em um primeiro momento, o alfaiate ponderou fazer o teste com um boneco, mas acabou decidindo saltar ele mesmo. Antes da façanha, que ficaria registrada em vídeo, ele hesitou, mas tomou coragem e se lançou ao ar. Pulou da torre, o paraquedas não abriu, e ele perdeu sua jovem vida.

6 – Criador do foguete de combustível líquido


Um dos pioneiros da construção de foguetes, décadas antes da era espacial, foi o austríaco Max Valier. Os anos 1920 assistiram um “boom” na pesquisa e construção de foguetes de combustível líquido, novidade até então. Na Alemanha, em 1930, Valier teve a glória de fazer com sucesso o “test drive” de um foguete desse tipo.
Um mês depois, no entanto, veio a tragédia. Valier trabalhava em seu laboratório, em Berlim, quando um dos motores a combustível líquido que ele desenvolveu explodiu de repente. Um pedaço de metal voou direto em sua artéria pulmonar e ele morreu instantaneamente.

5 – O pai dos planadores e da asa delta


O primeiro homem a ser fotografado no ar, através de um planador, foi o alemão Otto Lillenthal. Apelidado de “rei dos planadores”, este inventor da segunda metade do século XIX fez mais de dois mil voos bem sucedidos com os planadores que desenvolveu, e lançou as bases para a construção de aviões e da asa delta, décadas mais tarde.
Sua carreira terminaria de forma abrupta em 9 de agosto de 1896, quando os irmãos Wright (coinventores do avião junto a Santos Dumont) já estudavam seus projetos. Em um rotineiro voo de planador, Lillenthal acabou caindo de uma altura superior a 18 metros, quebrou a coluna e morreru no hospital, no dia seguinte. Antes de falecer, deixou um recado àqueles que pretendiam seguir seus passos: “sacrifícios precisam ser feitos”.

4 – Os testes com a bomba atômica


Dois cientistas norte-americanos, condutores de testes com radioatividade em laboratório, perderam a vida logo após os bombardeios atômicos no Japão. O primeiro foi Harry Daghlian, um estadunidense que trabalhava em um laboratório em Los Alamos, no Novo México.
No dia 21 de agosto de 1945, menos de duas semanas depois dos ataques ao Japão, ele derrubou um bloco de tungstênio, acidentalmente, dentro do núcleo de uma bomba de plutônio, amplificando o risco de contaminação do conjunto. Em desespero, ele tentou tirar o bloco de tungstênio de dentro do núcleo, mas não conseguiu. Teve que quebrar o bloco de tungstênio em pedaços, para diminuir a nocividade, mas o mal já estava feito: ele morreria envenenado pela radiação apenas 25 dias depois.
No ano seguinte, uma tragédia semelhante aconteceu com um pesquisador canadense. No dia 21 de maio, o cientista Louis Slotin trabalhava no mesmo laboratório, e no exato mesmo núcleo de plutônio que havia vitimado Daghlian. Slotin deixou cair uma chave de fenda, por acidente, e desencadeou uma fissão nuclear que custaria sua vida. O tempo que o canadense levou para falecer foi ainda menor: apenas nove dias.

3 – O pioneiro dos voos de balão


O dia 21 de novembro de 1783 reservou uma glória para o francês Jean-François Pilâtre de Rozier. Ao lado do companheiro, Marquis d’Arlandes, ele realizou o primeiro voo bem sucedido de balão, totalmente livre de cordas ou instrumentos de apoio. Em 15 de junho de 1785, ele se preparava para uma façanha inédita no balonismo: cruzar o Canal da Mancha, que separa a França da Inglaterra, a bordo da máquina que ele mesmo construiu.
O balão usado na ocasião funcionava através de hidrogênio, ao contrário do primeiro modelo. A viagem, feita com outro companheiro, estava correndo muito bem, até o momento em que uma forte corrente de vento acabou fazendo o balão desinflar. Os dois caíram de uma altura superior a 500 metros e perderam a vida na tentativa. A noiva de Rozier, deprimida, cometeu suicídio oito dias depois.

2 – Submarino de propulsão manual


O mar também seria túmulo para um dos inventores mais destemidos do século XIX. O americano Horace Hunley, a quem se atribui a criação do primeiro submarino de propulsão manual da história, morreu por não conseguir solucionar um problema básico de seu veículo: voltar à tona.
Em um submarino de propulsão manual, é preciso que uma tripulação inteira fique dentro de uma cabine cheia de alavancas, fazendo movimentos contínuos. Na primeira tentativa de emplacar seu invento, Hunley e sua tripulação foram surpreendidos por uma descarga de água que passou sobre o submarino quando a escotilha estava aberta, e cinco pessoas morreram.
Mas o americano não desistiu. Em 15 de outubro de 1863, novamente ele se lançou ao mar, com uma equipe de oito pessoas. O submarino afundou, não conseguiu emergir novamente, e todos acabaram morrendo. Como homenagem a Hunley, o submarino foi resgatado e batizado em seu nome.

1 – O avião que tentou cruzar as montanhas


Nos primórdios da aviação, um inventor se deu mal por querer ser o pioneiro em uma façanha. Depois de construir e voar com sucesso em dois modelos de avião, o romeno Aurel Vlaciu queria se tornar o primeiro homem a voar sobre os Cárpatos, cordilheira localizada na Europa Central.
Em setembro de 1913, ele planejava a construção de um terceiro avião, mais seguro, para realizar a façanha. Mas chegaram ao seu ouvido os boatos de que outros dois inventores da Romênia estavam se preparando para tentar sobrevoar a cordilheira. Resolveu usar o segundo modelo, mais velho, e pagou o preço pela ousadia: o avião caiu e ele jamais alcançou seu intento.

Fonte: Hypescience

domingo, 11 de dezembro de 2011

"IDADE DAS TREVAS" DO UNIVERSO



O universo nasceu há cerca de 13,7 bilhões de anos. Cerca de 400 mil anos depois da explosão, as condições do cosmo permitiram que houvesse luz no espaço pela primeira vez. Logo após esse ponto, no entanto, os astrônomos não têm evidências do que aconteceu até o momento em que as galáxias realmente começaram a se formar. É a chamada “Idade das Trevas” do universo.

Em busca de respostas mais claras sobre esse período obscuro, cientistas da Universidade Harvard (Cambridge, Massachussets, EUA) dedicaram um estudo sobre o tema. O que mais causa dúvidas nos cientistas está relacionado ao tempo de cada processo universal, e quais os mecanismos físicos envolvidos.
Estimativas consolidadas até hoje afirmam que a luz demorou muito tempo para poder brilhar no espaço. Logo após o Big Bang, a temperatura dos compostos era alta a ponto de formar íons de carga negativa, que bloqueavam a passagem da luz. Apenas quando o universo esfriou o suficiente para que os íons livres se combinassem em átomos houve luz.
Mas a existência de raios luminosos não formava um universo complexo como o atual, com incontáveis galáxias. Se o Big Bang aconteceu há 13,7 bilhões de anos, e a luz demorou apenas 400 mil para surgir, porque as primeiras galáxias (conforme estimativas) só se formariam 100 milhões de anos depois? O que aconteceu nesse período que foi batizado de “Idade das Trevas”?
O segredo para descobrir mais, segundo os astrônomos de Harvard, é inverter o “caminho” das descobertas. A Idade das Trevas está entre a fase “iluminada” após o Big Bang e o surgimento das primeiras galáxias, e a maioria dos estudos concentra os esforços em saber o que aconteceu logo após o “antes” da Idade das Trevas. Os pesquisadores americanos preferiram investigar as origens do “depois”, ou seja, a gênese das primeiras galáxias.
Haverá, até 2020, um aparelho exclusivamente dedicado a essa tarefa. É o telescópio espacial James Webb, que vem sendo planejado desde 1996. A função desse telescópio será rastrear luz (ou os rastros da ausência dela) das estrelas mais antigas do universo, que foram extintas na primeira fase pós Idade das Trevas.
Segundo os cientistas, esse rastreamento de luz é a chave para entender a pré-história de nossas galáxias. Os buracos negros mais antigos, além da presença da misteriosa matéria escura (composta de partículas sem carga que não interagem com a luz, mas atuam de maneira gravitacional), que compõe 85% da massa do universo, podem dar pistas indiretas sobre a formação das primeiras galáxias.
O mapeamento desses primórdios de luz servirá para combinar os conhecimentos já existentes sobre buraco negro e matéria escura. Com essa medida, os astrônomos pretendem traçar uma linha cronológica da Idade das Trevas, construída no caminho inverso: dos tempos mais recentes para os mais antigos.

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A PASSAGEM DE UM DEUS

Em vez do fim do mundo, inscrições maias indicam passagem de um deus em 2012




























Uma nova interpretação das inscrições maias começa a ganhar 
força. Em vez de predizer o fim do mundo no ano que vem, na realidade a mensagem do antigo povo faz referência à chegada de um deus. Ao menos, essa é a interpretação dos hieróglifos de Sven Gronemeyer, da Universidade de La Trobe, na Austrália, apresentada no sítio arqueológico de Palenque, no sul do México, nesta quarta-feira.

As interpretações de Gronemeyer são baseadas em uma tábua de pedra, encontrada anos atrás, no sítio arqueológico de Tortuguero, na costa do Golfo do México. Ele disse que a inscrição prevê o retorno do misterioso deus maia Bolon Yokte (deus da criação e da guerra) no final de um período de 13 de 400 anos, conhecido como Baktuns, que equivale ao dia 21 de dezembro de 2012. Os maias consideram sagrado o dia 13. Segundo o pesquisador, não há nada de apocalíptico nesta data.


O texto foi esculpido há 1300 anos. Contudo, a pedra foi quebrada, o que fez com que o final da passagem ficasse praticamente ilegível. Gronemeyer disse que a inscrição se refere ao fim de um ciclo de 5125 anos desde o início do longo calendário Maia, em 3113 a.C. O fragmento foi uma profecia do então governante Bahlam Ajaw, que queria planejar a passagem do deus.


"A data adquiriu um valor simbólico, pois é visto como um reflexo do dia da criação", explica o pesquisador.


"É a passagem de um deus e não necessariamente um grande salto para a humanidade", completou.


As conclusões do pesquisador foram anunciadas menos de uma semana após o Instituto Nacional de Antropologia e História do México (INAH) reconhecer que havia uma segunda referência à data de 2012 em inscrições, desencadeando uma nova rodada de conversas sobre a interpretação das previsões maias.


De acordo com o INAH, essa inscrição mencionando 2012 foi encontrada na ruína Comalcalco. Muitos especialistas duvidam, contudo, que este fragmento seja uma referência definitiva para a data citada como o possível fim do mundo, dizendo que não há tempo futuro marcado nesta segunda inscrição como no caso de tábua de pedra de Tortuguero.


O INAH está tentando dissipar a ideia de um apocalipse em 2012. Seu último passo foi organizar uma mesa redonda especial de especialistas maias esta semana em Palenque, onde Gronemeyer divulgou seu trabalho.

domingo, 4 de dezembro de 2011

SETE COISAS SURPREENDENTES SOBRE O UNIVERSO

A cada dia, novas descobertas assustam e deixam os astrônomos perplexos. Muitas coisas que sabemos sobre o universo ainda não têm explicação, enquanto outras funcionam de maneira tão perfeita ou misteriosa que nos fazem crer em algo maior. Confira algumas das coisas mais interessantes sobre o universo em que vivemos:

1 – O universo é (muito) antigo




O universo começou com o Big Bang. Os cientistas estimam que ele tenha cerca de 13,7 bilhões de anos (para mais ou menos 130 milhões de anos).
Os astrônomos fizeram esse cálculo através da medição da composição da matéria e densidade de energia no universo, o que lhes permitiu determinar quão rápido o universo expandiu-se no passado. Como resultado, eles poderiam “voltar no tempo” e identificar quando o Big Bang ocorreu. O tempo entre a explosão e agora compõe a idade do universo.

2 – O universo está expandindo


Na década de 1920, o astrônomo Edwin Hubble fez a descoberta revolucionária de que o universo não é estático, mas sim está se expandindo.
Por muito tempo se pensou que a gravidade da matéria no universo tornaria essa expansão lenta, ou até mesmo faria com que ela se contraísse.
Em 1998, o Telescópio Espacial Hubble estudou supernovas muito distantes e concluiu que, há muito tempo, o universo estava se expandindo mais lentamente do que acontece hoje. Esta descoberta intrigante sugeriu que uma força inexplicável, chamada energia escura, é o motor da expansão acelerada do universo.
Enquanto a energia escura pode ser a força estranha que está puxando o cosmos em velocidades cada vez maiores, ela continua a ser um dos maiores mistérios da ciência, já que sua detecção permanece indefinida.

3 – O universo está acelerando


A misteriosa energia escura não só pode ser a condução da expansão do universo, como parece estar puxando o cosmos em velocidades cada vez maiores. Em 1998, duas equipes de astrônomos anunciaram que o universo não estava apenas em expansão, mas acelerando também.
Segundo os pesquisadores, quanto mais longe uma galáxia está da Terra, mais rápido ela está se afastando. A aceleração do universo também confirma a teoria de Albert Einstein da relatividade geral, e, ultimamente, os cientistas têm revivido a constante cosmológica de Einstein para explicar a estranha energia escura que parece neutralizar a gravidade e fazer com que o universo se expanda a um ritmo acelerado.
Três cientistas ganharam o Prêmio Nobel 2011 de Física por sua descoberta de 1998 de que a expansão do universo estava se acelerando.

4 – O universo pode ser plano


A forma do universo é influenciada pela luta entre a força da gravidade (com base na densidade da matéria no universo) e sua taxa de expansão.
Se a densidade do universo exceder um certo valor crítico, então o universo seria “fechado”, como a superfície de uma esfera. Isto implica que o universo não é infinito, mas não tem fim. Neste caso, o universo eventualmente irá parar de se expandir e começar a colapsar sobre si mesmo, em um evento conhecido como “Big Crunch”.
Se a densidade do universo for menor que o valor de densidade crítica, então a forma do universo seria “aberta”, como a superfície de uma sela. Neste caso, o universo não tem limites e vai continuar a se expandir para sempre.
No entanto, se a densidade do universo for exatamente igual à sua densidade crítica, então a geometria do universo é “plana”, como uma folha de papel. Nesse caso, o universo não tem limites e se expandirá para sempre, mas a taxa de expansão irá gradualmente se aproximar de zero depois de uma quantidade infinita de tempo. Medições recentes sugerem que o universo é plano, com uma margem de cerca de 2% de erro.
 
5 – O universo está cheio de coisas invisíveis


O universo é majoritariamente composto de coisas que não podem ser vistas. Na verdade, as estrelas, planetas e galáxias que podem ser detectadas representam apenas 4% do universo. Os outros 96% são substâncias que não podem ser vistas ou facilmente compreendidas.
Estas substâncias elusivas, chamada de energia escura e matéria escura, ainda não foram detectadas, mas os astrônomos baseiam sua existência na influência gravitacional que ambas exercem sobre a matéria normal, as partes do universo que podem ser vistas.
 
6 – O universo tem ecos de seu nascimento


A radiação cósmica de fundo do universo é composta por ecos de luz que sobraram do Big Bang que criou o universo, 13,7 bilhões de anos de atrás. Esta relíquia da explosão coloca um véu de radiação em torno do universo.
Uma missão da Agência Espacial Europeia mapeou o céu inteiro à luz de micro-ondas para revelar novas pistas sobre como o universo começou. Essas observações são os pontos de vista mais precisos da radiação cósmica de fundo já obtidos.
Os cientistas esperam usar os dados da missão para resolver algumas das questões mais debatidas no campo da cosmologia, como o que aconteceu imediatamente depois que o universo foi formado.

7 – Pode haver mais de um universo


A ideia de que vivemos em um multiverso, que nosso universo é um dos muitos, vem de uma teoria chamada inflação eterna, que
sugere que logo após o Big Bang, o espaço-tempo se expandiu a taxas diferentes em lugares diferentes.
Segundo a teoria, isso deu origem a “universos bolha” que poderiam funcionar com as suas próprias leis da física. O conceito é polêmico e era meramente hipotético, até que estudos recentes procuraram marcadores físicos da teoria do multiverso no fundo cósmico de micro-ondas, que é uma relíquia do Big Bang.
Pesquisadores buscaram as melhores observações disponíveis do fundo cósmico de micro-ondas para detectar sinais de colisões, mas não encontraram nada de conclusivo. Se dois universos se colidiram, os pesquisadores afirmam que isso teria deixado um padrão circular para trás na radiação cósmica de fundo.
 
Fonte: Hypescience