segunda-feira, 26 de setembro de 2011

A ILUSÃO DAS PROFECIAS

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Como muitos já esperavam, o mundo não acabou no último dia 21 como previa o pregador Harold Camping, do grupo cristão evangélico Family Radio. Agora ele tem um grande problema em suas mãos: como prestar contas aos milhares de dólares doados por seus fiéis para a divulgação de sua causa? Qual será a reação de seus seguidores agora que a vida continuou e o sábado do Juízo Final não passou de um dia comum, como qualquer outro?

Nos últimos anos o pastor da Califórnia, EUA, arrecadou e gastou milhões de dólares para promover a profecia do fim do mundo no dia 21 de maio de 2011, e agora ele não deu mais as caras. As pessoas que “compraram” suas ideias estão começando a retomar sua rotina. O motorista de trator Keith Bauer ficou perto da rádio de Harold com sua família durante o sábado, esperando pelo fim. “Eu tinha algumas desconfianças, mas eu tentei ignorar o ceticismo porque eu acredito em Deus. Eu estava aguardando o fim, pois acho que o paraíso será bem melhor que a Terra”, disse ele. “Mas eu fiz isso por Deus, não por Harold Camping”.

Para a professora de estudos religiosos, Anthea Butler, da Universidade da Pensilvânia, a provação dos fiéis está longe de terminar. Aqueles que doaram suas poupanças para espalhar a crença do juízo final têm outros problemas pela frente. “Temos que zelar por alguns que faziam parte do grupo para garantir que eles não façam nada de mal contra si mesmos, ou que machuquem outras pessoas”, disse ela.

Este episódio fez surgir outras histórias antigas como a do reverendo Jim Jones, de Oakland, EUA. Ele começou como um líder carismático que atraiu seus seguidores para um templo e os levou a cometer suicídio em massa, em 1978. O caso da seita à extraterrestre, conhecido como “Portão do Paraíso”, de 1997, também terminou em dezenas de pessoas tirando a própria vida em San Diego.
Ao contrário desses casos, o Family Radio não isolou seus “discípulos” em uma seita. Um caso parecido foi o da seuta “Planet Clarion”, também relacionado a extraterrestres, que, em 1956, deu origem ao livro “Quando a Profecia Falha”.
No começo da década de 1950, uma dona de casa de Chicago, chamada Dorothy Martin, atraiu seguidores que acreditaram em sua afirmação que um grande dilúvio iria destruir a Terra em 21 de dezembro de 1954. Ela dizia que apenas seus seguidores seriam salvos pelos alienígenas que a avisaram do desastre. O autor do livro se infiltrou no grupo e relatou suas reações quando a chuva não veio. Todos eles ficaram muito decepcionados, mas, horas depois, Dorothy apareceu dizendo que os alienígenas haviam alertado que uma intervenção divina havia prevenido o cataclismo.

Mas a questão do dinheiro, no caso do Family Radio, ainda pode dar o que falar. A organização tinha US$ 72 milhões em seus bens, no final de 2009. Onde todo esse dinheiro foi parar? Quanto sobrou depois da campanha? Os fiéis podem reclamar a quantia doada de volta? Na internet já circulam mensagens de ressentimento. 

A lição que se pode tirar desse caso é olhar com desconfiança para pessoas pregando o fim do mundo, seja baseado na Bíblia, ou no calendário Maia.
 
O melhor a fazer é aproveitar a vida enquanto o dia não chega. Se o mundo vai acabar, ou não, ninguém sabe o dia e a hora; vamos é viver e não entrar em pânico. Ah, e claro, não sair distribuindo todo seu dinheiro para campanhas apocalípticas
 
Fonte: hype science

domingo, 11 de setembro de 2011

O DILÚVIO É UMA FARSA!

                                      

Foto: Internet

A grande farsa do dilúvio está no fato de que para cobrir todas as montanhas da terra seria necessário uma quantidade de água de aproximadamente 8.851metros de altura em toda extensão do planeta Terra, já que o pico mais alto do mundo(MONTE EVEREST), tem uma altura de aproximadamente 8.850 metros. Mas segundo a bíblia, a água despejada pelo dilúvio foi de aproximadamente 8.857 metros, já que a mesma afirma que estas(águas) ficaram 7 metros acima do pico mais alto da terra. Toda essa água, segundo a bíblia, teria caído em apenas 40 dias. Com certeza quem escreveu essa passagem bíblica não tinha conhecimento de Geografia nem tampouco de Matemática, pois qualquer aluno do ensino fundamental e médio, que tenha tido  professores não muito medíocres, sabe que nos locais(regiões) que mais chovem no mundo, a quantidade de água que cai das nuvens(e não do céu), não chegam a 5 metros por ano. Num só dia, mesmo num inverno fortíssimo, dificilmente a chuvarada chegaria a 20 centímetros. E por mais fortes e intensas que fossem essas chuvas, não chegariam a 5 centímetros de altura por hora. Mas de acordo com a bíblia, choveu mais de 9 metros por hora(9,2260416 metros), isso durante 40 dias. Fazendo 9,2260416 x 24, temos 221,42499 metros de água por dia. Fazendo 221,42499 x 40, temos 8.856,9996m  que é aproximadamente 8.857 metros de água cobrindo toda a superfície do planeta terra.

PERGUNTA: De onde Deus teria tirado tanta água se toda água dos oceanos juntos, no máximo chega a 1/3 dos 8.857 metros de água? Além do mais para onde teria ido os 8.857 metros de água acima do nível do mar que cobria toda a superfície do globo terrestre? Já que de acordo com a bíblia toda essa água secou em apenas dez messes! Será que toda essa água foi bebida por algum deus greco-romano, ou será que a terra furou e a água vazou? Será? Será? Será?.....Serááááááááá.......?

sábado, 3 de setembro de 2011

DEZ INTRIGANTES MONUMENTOS RELIGIOSOS ANTIGOS

1 – O Complexo do Tempo de Karnak (Egito)


Ok, todos nós sabemos que o apogeu do Egito Antigo ocorreu um bom tempo atrás, mas o início da construção desse complexo impressiona: século 14 a.C. – ou seja, há mais de 3 mil anos. O faraó Ramsés II foi quem ordenou a edificação dos templos de Karnak, que agora reúnem milhões de turistas na região da cidade de Luxor, ao lado do Rio Nilo. Considerado um dos maiores monumentos religiosos do mundo atual, o Templo de Karnak é composto por vários santuários esculpidos em rochas. O grande templo de Amon-Rá é a maior atração do complexo.

E se, a julgar pela fotografia, você achou o local um tanto familiar mesmo sem ter nunca chegado perto do Egito, há uma explicação. O Complexo do Templio de Karnak é um dos lugares mais procurados por diretores de cinema de Hollywood para rodar filmes sobre o assunto. O último da vez foi “Transformers: A Vingança dos Derrotados”.

 
2 – Pedras de Callanish (Reino Unido)


As pedras de Callanish, localizadas na ilha de Lewis, a 468 quilômetros ao norte de Glasgow, Escócia, datam de cerca de 2.900 anos a.C. – ou seja, são ainda mais antigas que nosso número 1 na lista. O local foi construído aproximadamente na mesma época que outro lugar semelhante (e com certeza mais conhecido): Stonehenge. A grande diferença entre os dois está exatamente na fama. Enquanto Stonehenge é mundialmente famoso – e sempre lotado de turistas -, as pedras de Callanish ainda preservam a tranquilidade e a atmosfera do campo desabitado, como era no princípio.

Reza a lenda que as pedras são na verdade gigantes de origem celta que habitavam a região. Quando São Kieran chegou lá e os nativos se recusaram a ser convertidos ao cristianismo, o santo os transformou todos em pedra.

 
3 – Zigurate de Ur (Iraque)


Primeiro de tudo, “zigurate” é uma torre gigantesca, semelhante à de Babel, descrita pela Bíblia. Acredita-se que a de Ur, localizada no atual país Iraque, seja parecida com as descritas na mais antiga história escrita que possuímos hoje em dia: a Epopeia de Gilgamesh. Lá, o rei de Uruk, chamado justamente Gilgamesh, se orgulha dos templos poderosos por ele construídos. A epopeia data pelo menos do segundo milênio antes de Cristo.

O Zigurate de Ur, o primeiro construído na Idade do Bronze e reconstruído várias vezes desde então, é uma grande pirâmide achatada edificada para homenagear o deus Nanna. A estrutura visível hoje foi fortemente reparada por Saddam Hussein, embora possam ser notados pequenos danos sofridos ainda na primeira guerra do Golfo. Mesmo que o local ainda atraia poucos turistas, o zigurate certamente é uma das maiores maravilhas do mundo antigo ainda visível.

 
4 – As Pirâmides de Teotihuacan (México)


Muito mistério envolve a cidade de Teotihuacan (que já foi uma das grandes maiores do mundo na sua época, cerca de 450 a.C.) e as pirâmides que lá se localizam. Não há um consenso sequer quanto ao povo que construiu e ocupou a região. O que se sabe é que a cidade e principalmente a região das pirâmides era muito importante e movimentada.

Duas grandes pirâmides, a do Sol e a da Lua, dominavam a cidade. Imagina-se que do alto dessas edificações eram organizados sacrifícios tanto humanos quanto animais. A grande “Avenida dos Mortos”, ainda hoje visível a quem deseja visitar o lugar, ligava as duas pirâmides, e depois seguia em direção ao templo de Quetzalcoatl. Indícios encontrados por estudiosos sugerem que a rua era utilizada em grandes festas religiosas, muitas delas relacionadas à morte – daí o nome pela qual ficou conhecida.


5 – Delfos (Grécia)


A cidade de Delfos teve um papel simbólico muito importante no mundo ocidental. Apesar de atualmente parecer menos monumental que os outros números da lista, o local outrora foi o centro do culto a Apolo (deus da luz, da música, entre outros) e respeitado por todas as cidades-estados gregas como um lugar sagrado. O complexo do templo, que incluía santuários e até estádios, agora se encontra em ruínas nas encostas do Monte Parnaso, mas continua sendo um ponto de encontro importante.

No passado, nenhuma questão importante do Estado poderia ser resolvida sem antes ser consultada a opinião do conselho do Oráculos de Delfos. Na hora de tomar grandes decisões, uma sacerdotisa conhecida como pítia, ou pitonisa, sentava-se acima de uma fenda na rocha sob o templo e inalava o que acreditavam ser “vapores divinos” (que na realidade eram apenas gases vulcânicos). A pítia então entrava como que em estado de transe provocado pelos gases e dizia palavras aleatórias e sem sentido – o “discurso do Apolo”. Os sacerdotes em seguida deviam interpretar os dizeres incompreensíveis aos demais. Hoje em dia, infelizmente não são emitidos mais gases sob o templo.


6 – Borobudur (Indonésia)


Esse monumento está em perigo. A estrutura budista datada do oitavo século (agora sim, depois de Cristo), que estava perdida na selva até meados do século 19, está numa área de risco de vulcões. A erupção mais recente, em 2010, cobriu o local com uma fina camada de cinzas, mas ninguém pode prever a intensidade do próximo acontecimento.

Enquanto continua firme e forte, Borobudur é composta de 56 mil metros cúbicos de pedra, arranjadas em seis plataformas quadradas. Existem 500 estátuas de Buda para oração. Os seis níveis formados por essas plataformas criam um caminho que deve ser seguido para se chegar ao topo. Mas a tarefa não é nada fácil: é preciso percorrer uma distância de mais de três quilômetros. No entanto, o caminho ainda oferece uma distração. Imagens sobre a lei do Karma e sobre a história da vida de Buda acompanham os aventureiros.

 
7 – As Cavernas de Ajanta (Índia)


Outra maravilha que ficou esquecida durante séculos. Contruída entre 200 a.C. e 600 d.C., as caverna foram redescobertas apenas em 1819 por um oficial britânico, John Smith, enquanto caçava tigres. Você ainda pode ver seu nome e a data da descoberta escritos a lápis nas paredes do local.

Foram escavadas 29 cavernas, algumas delas ricamente decoradas com belas esculturas e pinturas, consideradas obras-primas da Índia Antiga. Como parecia ser comum na época, a maior parte destes frescos contam a história da vida de Buda, enquanto outros oferecem uma visão clara sobre a vida dos povos antigos que habitavam a região na época em que as cavernas foram esculpidas.

 
8 – O Pantheon (Roma, Itália)


Localizado bem no centro da cidade, o Pantheon (que significa “todos os deuses”) é um dos mais bem preservados edifícios romanos. Originalmente construído com o intuito de prestar homenagens aos diversos deuses da Era Romana, o Pantheon foi convertido à Igreja Cristã no século 7. A estrutura atual é praticamente a mesma projetada pelo imperador Adriano no remoto ano de 126 a.C.

A fachada do edifício é um pórtico romano clássico, apoiado por colunas. A diferença do Pantheon é o seu interior. Além do seu formato arredondado, ele possui um buraco circular – o óculo – no meio de sua maior cúpula. A inovação foi planejada e posta em prática pelos próprios romanos antigos. O óculo foi pensado para ser a única fonte de luz, numa alegoria elegante a Deus. Em nenhum momento a luz toca o chão no interior da construção. A mensagem é que tudo o que nós podemos conhecer de Deus se dá por meios indiretos.


9 – O Hipogeu (Malta)


O Hipogeu, um monumento funerário subterrâneo característico do período pré-cristão, começou a ser construído no remotíssimo ano de 3500 a.C., aproximadamente. Trata-se do único exemplo de um templo pré-histórico a ser construído no subsolo. O espaço tem sido utilizado de diversas formas pelos diferentes povos que o ocuparam durante a sua história.

Atualmente, o Hipogeu é uma mistura de cavernas naturais e escavações. As paredes são suavemente esculpidas e têm reflexos de estruturas encontradas em outros lugares acima do solo em Malta. Uma curiosa câmara dentro do complexo possui um nicho arredondado esculpido na parede, permitindo que qualquer coisa falada dentro dela ecoe por todo o Hipogeu. Se você ficou com vontade de conhecer o local, precisa de paciência e uma pitada de sorte. Devido à preservação das pinturas no teto e da estrutura muito antiga em si, apenas 80 pessoas são admitidas por dia.

 
10 – Göbekli Tepe (Turquia)


Se você achou o nosso número 9 antigo, o Göbekli Tepe (cuja tradução do turco para o português seria algo estranho como “montanha com umbigo”) é pré-histórico. Trata-se da mais antiga estrutura artificial já descoberta. O sítio arqueológico é composto por vinte estruturas circulares espalhadas por uma colina. O que resta hoje são pilares de pedra calcária decorados com desenhos abstratos de animais. Até agora, já foram encontradas representações de cobras, escorpiões, pássaros, javalis, raposas e leões.

Devido à remota idade do local – décimo milênio antes de Cristo! -, não foi ainda possível precisar se os monumentos em questão têm alguma natureza religiosa, apesar das evidências indicarem que sim. Caso se confirme que este foi um templo, então não há dúvidas de que Göbekli Tepe foi um dos primeiros locais dedicados à religião já feito pelos humanos.