terça-feira, 15 de março de 2011

A ORIGEM DO CRISTIANISMO

“Muitos pesquisadores procuraram chegar a uma conclusão sobre as origens do Cristianismo e sobre a existência real do próprio Cristo, através de provas históricas e materiais fidedignos para comprovarem a veracidade de sua religião e isso jamais foi conseguido.

Muitos autores [escritores] renomados como Fílon de Alexandria [Egito], Plínio, Marcial, Sêneca [Josefo e Tácito de Roma] e inúmeros outros, que viveram no Século I e estavam fortemente engajados nas questões religiosas de sua época, jamais citaram Jesus. Ele não é citado no Sinédrio de Jerusalém, nem nos anais do Imperador Tibério ou de Pilatos. Muitos documentos de pessoas que teriam vivido na mesma época que Jesus são guardados em museus e bibliotecas, mas nenhum deles menciona sua existência. Seus prováveis discípulos, [Pedro, Tomé, Tiago, Lucas etc] não escreveram sequer uma linha sobre Jesus.

[Entretanto,] Através de testes modernos como a do comparativo de Hegel, o uso de isótopos radiotivos e radiocarbônicos, todos os escritos apresentados que buscavam comprovar a existência de Jesus pela Igreja revelaram-se falsificados. [FALSIFICADOS!]

Filon de Alexandria, um dos mais célebres judeus de sua época, relata muitos fatos de sua época sobre a sua própria religião e de muitas outras e não citou Jesus em nenhum de seus relatos. Ele próprio escreveu sobre Pilatos, mas não disse nada [nada] sobre o Julgamento de Jesus que Pilatos teria oficiado. [Os] Apóstolos [Pedro, Paulo, João, Lucas, Tomé, Tiago, Judas etc], Maria, José, nenhum deles é mencionado por Filon.

Justo de Tiberíades escreveu sobre a história, dos Judeus de Moisés ao ano 50, mas não escreveu uma linha sobre Jesus.

Flávio Josefo, que nasceu no ano 37, escreveu ativamente até o ano 93 sobre inúmeras manifestações religiosas e messias, mas nada disse sobre Jesus Cristo. 
[Todos esses escritores e historiadores mencionados são pra lá de conhecidos no mundo histórico, quase tanto quanto os imperadores de Roma e os reis do Egito – Mesmo que você nunca tenha ouvido falar sobre eles.]

Nos documentos existentes de gregos, hindus e romanos dos séculos I e II, constata-se que eles jamais ouviram falar de algum Jesus. Ninguém, entre escritores e historiadores, que teriam vivido na mesma pretensa época que Jesus, falou algo sobre ele ou sobre qualquer aparição pública ou tumulto religioso encabeçado por Jesus.

Os documentos que descrevem sobre a atuação de Poncio Pilatos, nada falam sobre alguém chamado Jesus Cristo, ou sobre um Messias da época, que teria sido preso ou crucificado por ter realizado feitos sobrenaturais. A existência de Pilatos é real e histórica e, se ele, [Pilatos] que supostamente teria estado no centro dos acontecimentos, já que era o governador da Judéia, não soube ou relatou um fato tão importante quanto a existência e julgamento de Jesus, é por que ele realmente não existiu.

Na Escola de Tubíngen [famoso laboratório de pesquisas históricas dessa Faculdade], na Alemanha, Filósofos e Teólogos comprovaram que a Bíblia não possui nenhum valor histórico e que os Evangelhos seriam arranjos e ficções sustentadas pela Igreja, assim como o próprio Jesus. [Quem está dizendo isso é o Claudinei Prieto, concordando com o que descreve o livro de Yakov Lentsman, historiador consagrado]

Um padre [abade] chamado Alfred Loisy, decidindo pesquisar sobre o Cristianismo depois de inúmeras críticas e descréditos que essa religião vinha sofrendo na França, chegou a conclusão que as críticas estavam baseadas em fatos fundamentados e incontestáveis. Publicando logo em seguida sua pesquisa, foi excomungado em 1908.

Os historiadores afirmam que Jesus teria sido um ser idealizado, com a função de dar continuidade ao Judaísmo que se dividia e morria. Criando Jesus Cristo, o Judaísmo dava surgimento á uma nova religião.

[Prestem bem atenção a esse trecho:]
Quando os Judeus chegaram em Roma e Alexandria [Egito] e se depararam com uma religião passada de geração em geração através da tradição oral, várias crendices populares e supertições locais [tipo rezar para o deus sol], decidiram introduzir ali a nova religião que traziam. Em pouco tempo o Cristianismo, [Hein?!... Cadê o Cristo?!] com sua filosofia simplista e sedutora, conseguiu conquistar as pessoas comuns, servos, serviçais, escravos e, posteriormente, os senhores, os reis, rainhas e imperadores.

Crestus, que era o nome de um dos messias dos essênios, foi o nome pelo qual os judeus optaram em chamar o "salvador" de seu povo e foi assim que surgiu o nome Cristo [posteriormente]. Baseado também nas crenças e modo de vida dos essênios, onde bens materiais eram divididos e os problemas pessoais pertenciam à toda a comunidade, a nova religião que chegava, conquistou os escravos e as pessoas mais humildes. Além disso, Crestus era um nome extremamente comum na Judéia e Galiléia por isso muitas referências encontradas não se aplicam ao Cristo do Cristianismo.

Jesus foi inventado para atender à tendência religiosa e mística de uma época. Quando o Cristianismo [que viria a ser o de Jesus Cristo] começou a elaborar sua doutrina teve grandes dificuldades em conciliar fé e razão por isso fez várias adaptações com lendas pagãs e Deuses solares. O Cristianismo [de Jesus Cristo] passou a ser assim um sincretismo das incontáveis seitas judaicas misturado às crenças de Deuses Solares, dando assim apenas novos nomes e roupagens a Deuses que morriam e ressuscitavam e que predominavam há séculos, com rituais solares, fundamentados em um Deus que se sacrificava. O Jesus dos Evangelhos não é um ser real, que existiu, mas sim um personagem criado em cima da visão religiosa sobre Brama, Buda, Krishna, Mitra, Horus, Júpiter, Serapis, Apolo......

Se pergarmos o mito de Hórus, que surgiu milênios antes do suposto nascimento de Cristo, vemos que:

Hórus foi o Deus solar e o redentor dos egípcios.
Hórus nasceu de uma virgem.
O nascimento de Hórus era festejado em 25 de dezembro.
Hórus também era considerado a luz, o bom pastor.
Hórus realizava feitos milagrosos.
Hórus teria 12 díscipulos (uma alusão aos 12 signos de zodiaco governados pelo sol).
Hórus ressuscitou um homem de nome El azarus (Cristo ressuscitou Lázaro).
Um dos títulos de Hórus é "Krst" (Cristo?).
Se analisarmos mais acuradamente percebemos que o mito da virgem grávida, que foge de Herodes em direção ao Egito, para salvar o filho (Jesus) que carrega em seu ventre não é nada mais nada menos que uma reinterpretação da lenda de Ísis e Hórus fugindo de Seth. A mesma estória inventada.

Se analisarmos outros mitos como os de Mitra, Adônis, Krishna, Átis, entre outros, vamos encontrar as fontes sob as quais o cristianismo [de Crestus] foi inventado.
[Ou seja, essas lendas primeiro inspiraram o Cristianismo antigo, de Crestus dos Essênios e deste foram colhidos os dados para a composição da Bíblia, representando o Cristianismo da invenção Jesus Cristo]

Em 3.500 a.C temos Krishna [outra mitologia] que também nasceu de uma Virgem, chamada Devanaguy, que foi avisada com antecedência sobre a concepção de seu filho-deus e qual nome daria à criança: Krishna (Cristo?). Uma profecia dizia que Krishna destronaria seu tio, o Rajá. Por causa disso a mãe de Krishna foi presa numa torre para não ser concebida por ninguém. Dizem as lendas que o espírito de Vishnu atravessou o muro e se uniu à ela, se mostrando como uma luz que foi absorvida por Devanagy. Quando Krishna nasceu, um vendaval demoliu a torre onde Devanaguy estava aprisionada e ela fugiu com Krishna para Nanda. O Rajá mandou matar todas as crianças que tinham acabado de nascer, mas Krishna consegue escapar. Pastores foram avisados da chegada de Krishna através de um aviso nos céus e lhe levaram presentes. Com 16 anos, Krishna começa a viajar pela Índia para pregar sua doutrina, abandonando sua família e é chamado de Redentor pelo seu povo. Faz muitos discípulos e recebe o nome de Jazeu (Jesus?) [Jaseu Krishna] que significa "Aquele que nasceu através da fé".

[Esse Jaseu (Jesus) hindu, é o mesmo que muitos cristãos ainda esperam confundir com o Cristo da Nazareth, cujo paradeiro ninguém definiu entre os 13 e os 30 anos. De qualquer forma, é outro mito]

O nascimento de Buda[que também não existiu] também teria sido avisado à sua mãe. Quando nasceu uma luz intensa iluminou o mundo fazendo mudos falarem, cegos verem e uma brilhante estrela no céu anunciou seu nascimento. Buda fez as pessoas mais sábias de seu tempo se admirarem com o seu vasto conhecimento e muito cedo começou a pregar e converter as pessoas. O seu discurso mais famoso também leva o nome de O Sermão da Montanha e depois que morreu, apareceu aos seus seguidores.

Mitra [outro deus mitológico] também teve uma mãe virgem. Nasceu numa gruta em 25 de dezembro. Uma estrela surgiu no leste quando ele nasceu, indicando o caminho para magos que trouxeram incenso, mirra e ouro. Ele era considerado o intermediário entre [o deus] Ormuzd e os homens. Após sua morte teria ressuscitado.

Baco [outro deus mitológico] teria realizado muitos feitos como transformar água em vinho e multiplicar peixes.

Podemos perceber que o cristianismo [o de antes e depois do ano 1 da nossa era] foi inventado em cima de lendas não apenas de Judeus, mas também de mitos e religiões pré-judaicas.
Os rituais cristãos também são adaptações de ritos pagãos muito mais antigos.
O mitraísmo era praticado em grutas e locais subterrâneos e o cristianismo primitivo [o dos essênios] também. Nos ritos mitraícos havia ritos com pão e vinho.
A cruz solar, as refeições comunais, a destinação (dia do sol) para descansar também faziam parte de ritos do Mitraísmo que foram sincretizados pelos Cristãos. As vestimentas dos sacerdotes católicos são cópias das roupas ritualísticas dos sacerdotes de Mitra.
Ritos envolvendo pão e vinho também eram utilizados pelos budistas, representando o corpo e o sangue de Agni. Como os padres católicos os monges budistas também lavam as mãos antes da libação.
A crença na vida depois da morte, na ressurreição, no Inferno, num princípe do mal, eram crenças igualmente inerentes ao Mitraismo e Judaismo.
Do Egito adotaram a auto-flagelação, como os Sacerdotes de Ísis que se açoitavam para expiar suas culpas e erros humanos. No Egito, também existia "mosteiros" para os sacerdotes que desejavam fazer voto de castidade.
Dos gregos se apropriaram da água lustral. Dos Indostânicos adotaram o celibato, o jejum e a esmolação.
Os etruscos juntavam as mãos ao rezar....
Tudo isso milênios antes do suposto nascimento e existência de Cristo.
Textos de pagãos, essênios e agnósticos foram as bases utilizadas no Concílio de Nicéia para compor o Novo Testamento.
Deduzimos então, que o Cristianismo não tem nada de original e nem que, o homem Cristo realmente existiu. Fica claro que os rituais, as raízes e bases do Cristianismo, provém de uma enorme variedade de diferentes religiões e mitos sobre as diferentes divindades solares existentes [nada veio por acaso] e muito cultuadas na época em que os judeus decidiram dar seqüência á uma religiosidade que morria e desaparecia.




Fonte: Texto extraído do ebook "Sinto muito, mas... Jesus Cristo não existiu!...                                           Autor: Alfredo Bernacchi

4 comentários:

  1. CONCORDO EM TUDO COM VOCE,AS PESSOAS HOJE ACHAM MAIS FACIL CONTINUAR ALIENADAS A COISAS ABSURDAS DO QUE SIMPLESMENTE IR ATRAS E ESTUDAR.

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  2. Mas se na verdade Jesus não existiu, significa que não vai voltar para salvar alguém. Isto é um crime que fizeram com a humanidade; quantas pessoas morreram achando que irão ressurgir e morar na nova terra. Para mim tem sido muito difícil! nasci na religião protestante e agora procuro provas fora da Bíblia da existência de Jesus e não encontro...
    Eu só quero saber à verdade. O sr. autor deste site tem plena convicção do que escreveu? esta é a razão? não quero está esperando alguém que não vem. Grata!!

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    1. Olá Missionária! Sim! Tenho plena certeza que o Jesus da bíblia nunca existiu, é apenas uma mistura de vários outros mitos pagãos da antiguidade somado ao mito dos essênios(Chestus). Só isso e nada mais!

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  3. A religião percebida como um instrumento político é bem diferente de quando é percebida como um instrumento de aperfeiçoamento moral. A tendência é que ela seja apreciada preferencialmente pela segunda possibilidade. No entanto, é sob o ponto de vista secular que faço essa reflexão a respeito da origem do cristianismo. Embora as notícias históricas que utilizo procedam da história oficial, foi com base em fatos negligenciados que cheguei a uma conclusão significativa que deve ser compartilhada. Visite a página do livro A Origem do Cristianismo em Reflexão, no Facebook:

    https://www.facebook.com/aorigemdocristianismoemreflexao?ref_type=bookmark

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NÃO ACREDITO EM TUDO QUE ME DIZEM. E SÓ ACREDITO NA METADE DO QUE VEJO.