domingo, 17 de outubro de 2010

OS LUMINARES DE DEUS? SERÁ?

Gênesis 1:16
E fez Deus os dois luminares:  o luminar maior(O SOL) para governar o dia, e o luminar menor(a lua) para governar a noite; e fez as estrelas.



                                                                            SOL:


Ora, o luminar maior de que fala a bíblia é o sol, o sol nada mais é do que uma estrela entre tantas outras, vale salientar que o sol não é a maior estrela que existe no universo, existem milhares de luminares(estrelas ou sóis) maiores do que ele. Portanto essa conversa de que Deus criou o luminar maior para iluminar a terra não passa de fantasia religiosa.



                                                                            LUA:

Com relação ao luminar menor(lua), essa nem sequer tem luz própria, só reflete a luz do sol, logo não pode ser chamada de luminar, pois assim como a terra, ela também recebe a luz do sol, sendo portanto, um corpo celeste iluminado e não luminoso.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Livros didáticos de religião possuem conteúdo preconceituoso - Educação - iG

Livros didáticos de religião possuem conteúdo preconceituoso - Educação - iG: "– Enviado usando a Barra de Ferramentas Google"

Os livros didáticos de ensino religioso mais adotados no País não seguem preceitos básicos das leis brasileiras que tratam do tema. Ao contrário do que diz a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), as obras professam doutrinas religiosas específicas, discriminam comportamentos e ideias.

Foto: Reprodução
Para as pesquisadoras, as religiões indígenas são simplificadas nas obras. Elas exemplificam com trecho do livro Redescobrindo o universo religioso, da Editora Vozes
A conclusão é das pesquisadoras Débora Diniz, Tatiana Lionço e Vanessa Carrião, da Anis – Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero. Incomodadas com a falta de definições claras na legislação educacional sobre o ensino religioso, elas decidiram investigar a que conteúdos os alunos brasileiros têm acesso durante essas aulas.
O estudo, transformado no livro Laicidade e ensino religioso no Brasil, foi feito com base em uma amostra de 25 obras produzidas por editoras laicas ou religiosas. “Os livros analisados estão em circulação no cenário nacional como potencialmente os de maior uso em escolas privadas ou públicas”, conta a antropóloga Débora Diniz.
A primeira constatação da pesquisa, realizada em 2009, é a prevalência da representação das religiões cristãs nas obras analisadas, sobretudo do catolicismo. “As religiões afro-brasileiras e indígenas eram sub-representadas, nem sequer eram reconhecidas como religiões”, critica.

Foto: Reprodução
No volume 4, da coleção Todos os Jeitos de Crer da Editora Ática, ateus são associados, nas entrelinhas, a episódios violentos
Jesus Cristo aparece nas obras 80 vezes mais do que as lideranças indígenas no campo religioso, segundo o livro. O único líder indígena citado entre as 25 obras é anônimo e não possui biografia. Lutero, única referência intelectual do protestantismo nas obras, aparece 20 vezes menos que Jesus. Há duas vezes mais aparições de lideranças cristãs que de todas as outras religiões juntas.
Débora, que é professora da Universidade de Brasília (UnB), diz que a visão dos ateus é ainda pior nas lições dos livros didáticos analisados. “Não havia nenhuma representação positiva de pessoas ou grupos sem religião”, afirma.
Nas entrelinhas, segundo ela, os sem religião são relacionados a episódios violentos. Cita um exemplo da coleção Todos os Jeitos de Crer, da Editora Ática, de 2007. Na página 192 do volume 4, há um quadro que apresenta as ideias do filósofo Friedrich Nietzsche (que era ateu e, no século XIX, declarou a morte de Deus) e, na sequência, mostra uma foto de um campo de concentração nazista.
Preconceito
A diversidade sexual – especialmente a homossexualidade – ainda é um tema pouco explorado pelos livros didáticos de ensino religioso. Um único livro tratou do tema, demonstrando “julgamentos discriminatórios” de acordo com as autoras. No mesmo livro da coleção Todos os Jeitos de Crer, na página 156, há um quadro sobre o tema.

Foto: Reprodução
O volume 4 da coleção Todos os jeitos de crer utiliza expressões como “desvio moral” e “doença física ou psicológica” para falar do homossexualismo
No texto, há expressões como “desvio moral”, “doença física ou psicológica”, “conflitos profundos” e “o homossexualismo não se revela natural” são usadas para se referir a quem se relaciona com pessoas do mesmo sexo. O quadro termina com a seguinte reflexão: “Se isso se tornasse a regra de conduta humana, como a humanidade se perpetuaria?”.
Débora também critica o tratamento dado às pessoas com deficiência. Segundo ela, os textos carregam estigmas no vocabulário e nas lições. “Deficiência não é uma tragédia pessoal, mas uma das muitas formas de habitar os corpos. A criança com deficiência não se vê representada nos livros de ensino religioso, senão como a negação de si pela bondade divina ou compaixão dos colegas”, afirmam as pesquisadoras.
Sem orientação
Para as pesquisadoras, a falta de orientações claras do Ministério da Educação sobre como devem ocorrer as aulas de ensino religioso e que conteúdos devem ser trabalhados com os estudantes é que abre espaço para esses problemas. Elas lembram que, nas outras disciplinas dos currículos escolares, o governo federal abriu mão de definir conteúdos.
“É importante, frente a esse cenário, que sejam definidos delineamentos claros quanto ao ensino religioso, especialmente em relação ao conteúdo, para que as escolas não sejam utilizadas como espaço para o proselitismo religioso”, ressalta Débora.
A oferta de ensino religioso nas escolas públicas do País é obrigatória. Os estudantes, no entanto, podem escolher se querem se matricular nas aulas ou não. Cabe a Estados e municípios definir o conteúdo a ser ministrado aos estudantes. Sem qualquer orientação do governo federal.
“Ao mesmo tempo em que o Brasil não adota nenhuma crença religiosa em particular, as religiões participam ativamente das instituições básicas do Estado”, comenta a antropóloga.

FONTE: Último segundo

domingo, 10 de outubro de 2010

7 PAPAS ENDEMONIADOS!

7) Papa Clemente VII (1523-1534)

Apesar de ser indiferente à Reforma Protestante (um movimento de reforma na Europa, no qual várias denominações se separaram da Igreja Católica), o papa Clemente VII ficou mais conhecido por outro motivo: estava sempre disposto a mudar seu ponto de vista político para coincidir com o de quem tinha mais poder e riqueza no determinado momento. Ele trafegou entre alianças com a França, a Espanha e a Alemanha, embora tenha se inclinado para as forças políticas francesas antes de sua morte em 1534 (ele faleceu “misteriosamente” depois de comer um cogumelo venenoso). Como resultado de sua fidelidade oscilante, seus críticos, como Carlos V, o compararam a um pastor que tinha fugido do seu rebanho para retornar como um lobo.


6) Papa Leão X (1513-1521)

O Papa Leão X era estritamente contra a Reforma Protestante, movimento inspirado pelo argumento de Martinho Lutero contra os métodos inescrupulosos da igreja para arrecadar fundos baseados no medo das pessoas de não ir para o paraíso. O Papa Leão X não só permitia, como incentivava os fiéis a pagarem por seus pecados – literalmente. O líder religioso colocava preços nos pecados dos outros e obrigava-os a dar-lhe dinheiro em troca de sua absolvição. E sim, ameaçava os fiéis de que suas almas não seriam capazes de entrar no céu, se eles não pagassem por pecados como crimes de assassinato, incesto e roubo.


5) Papa Júlio II (1503-1513)

Apesar do juramento do clero de celibato sagrado, Júlio alegadamente tinha várias amantes e, pelo menos, uma filha ilegítima (algumas fontes indicam que ele tinha duas outras filhas, que morreram durante a infância). Em 1511, o conselho fez acusações de atos sexuais indecentes contra ele, alegando que ele era “um vergonhoso sodomita coberto de úlceras”. Embora fosse um fã de artes e esculturas antigas, Júlio também teria forçado Michelangelo a concluir a Capela Sistina antes do tempo que o artista pediu. Segundo registros, Michelangelo nunca chegou a terminar o túmulo do papa Júlio, após ele ter morrido.


4) Papa Alexandre VI (1492-1503)

É, não somente o papa Júlio II era um “suposto” clérigo celibatário. Alexandre VI também teve várias amantes, incluindo Giulia Farnese (conhecida como Júlia, a Bela), e teve numerosos filhos ilegítimos com a antiga amante Vannozza dei Cattani (que era casada na época). Seus caminhos hedonistas eram tão descarados que, mesmo com o crime e a violência tomando as ruas de Roma, o papa ocupou-se com comédias, banquetes pródigos e bailes – todos pagos com fundos da igreja católica. Sua vida de playboy não para por aí: surgiram até mesmo boatos de que o papa organizava orgias.


3) Papa Bento IX (1032-1048)

Tal papa foi tamanha calamidade que outros religiosos não pouparam críticas severas à figura. Bento IX ganhou poder e riqueza em uma idade precoce, aos 20 anos, como resultado de laços de sua família com a igreja. Ele herdou o título de papa por ser sobrinho do papa João XIX. Ele rapidamente desenvolveu uma imagem de “cruel e imoral”. O Papa Victor III escreveu que Bento IX cometia “estupros, assassinatos e outros atos indescritíveis. Sua vida como papa foi tão vil, tão má, tão execrável, que eu estremeço só de pensar nisso”. São Pedro Damião tinha coisas similares a dizer de Bento IX, descrevendo-o como “banquete de imoralidade” e “um demônio do inferno sob o disfarce de um padre”, que organizava orgias patrocinadas pela igreja e participava regularmente de bestialidades. Em seu último ato de corrupção como papa, Bento IX decidiu que queria se casar, e vendeu seu título para seu padrinho por 680 kg de ouro.


2) Papa João XII (955-964)

Alcançando o título de Papa aos 18 anos, João XII foi rapidamente considerado preguiçoso e infantil. Acusações mais severas partiram de seus críticos que eram sacerdotes e autoridades religiosas. Líderes da igreja disseram que ele invocava demônios, assassinava e mutilava vários homens, incendiava casas, e participava de jogos de azar. Também afirmaram que ele “transformou o palácio papal em um bordel”, cometendo adultério com muitas mulheres, além de duas viúvas, sua própria sobrinha e a namorada de seu pai. Seu reinado como papa terminou nos seus 20 e poucos anos, quando ele morreu de um derrame, enquanto estava supostamente na cama com uma mulher casada.


1) Papa Estevão VI (896-897)

Essa talvez a seja a história mais macabra dessa lista. Provavelmente o mais desequilibrado de todos, o papa Estevão VI queria de todo jeito se vingar de seu predecessor, o papa Formoso, por achar que tinha sido injustiçado por ele. Porém, seu inimigo já estava morto. Estevão então ordenou que o cadáver de nove meses fosse exumado, vestido com vestes sagradas papais e apoiado em um trono para ser julgado por seus crimes. Um diácono respondeu em nome do falecido. Estevão se enfureceu e jorrou acusações no defunto, por achar que ele recebeu injustamente o título de papa. O cadáver perdeu o julgamento, e Estevão declarou que ele foi um papa vazio. Ele, então, cortou seus três dedos usados para dar bênçãos e ordenou que o corpo fosse retirado de suas vestes e despejado em um cemitério para estrangeiros. Logo após esse episódio, um terremoto atingiu Roma, destruindo a basílica papal. O cadáver foi desenterrado mais uma vez, e atirado em um rio. Algumas pessoas compassivas o “pescaram” e deram a Formoso um enterro mais adequado. No entanto, o julgamento macabro voltou a assombrar Estevão, pois os danos do terremoto foram tomados como um sinal de Deus. Tumultos e multidões que apoiavam Formoso prenderam Estevão em um calabouço, onde mais tarde ele foi encontrado estrangulado até a morte.

FONTE: HYPE SCIENCE

Quantas pessoas Jeová matou?