domingo, 26 de setembro de 2010

Extinção dos Neandertais!

Erupções vulcânicas podem ter causado extinção dos Neandertais.

Nova teoria afirma que série de erupções na Itália e Cáucaso pode ter mudado radicalmente o habitat dos hominídeos.


                                                  Foto: Getty Images

Amor, guerra, ou vulcão? Mais uma hipótese se junta à coleção de razões que poderiam ter levado à extinção dos Neandertais. Um grupo de pesquisadores da Universidade do Texas em Arlington publicará na edição de outubro do periódico Current Anthropology um estudo que afirma que uma série de erupções vulcânicas na Europa pode ter causado uma diminuição drástica na população dos hominídeos, da qual eles não conseguiram se recuperar.

A equipe pesquisou camadas sedimentares na caverna Mezmaiskaya, na Rússia, e descobriu que uma série de erupções vulcânicas entre as regiões da Itália e das montanhas do Cáucaso há 40.000 anos matou toda a vegetação local. Segundo o estudo, é provável que as erupções mataram ou reduziram drasticamente a população de Neandertais, e o resto pode ter morrido de fome, já que a catástrofe teria desequilibrado todo o ecossistema – sem plantas, sem animais herbívoros e os Neandertais, que eram caçadores, teriam ficado sem comida.

“A idéia de uma causa ambiental para o fim dos Neandertais já é conhecida. O que estamos tentando fazer é descobrir qual foi o mecanismo específico que levou a isso”, disse a antropóloga Naomi Cleghorn, que fez parte do estudo, ao site National Geographic News.
Outras teorias para a extinção da espécie afirmam que o homem moderno teve um papel vital nisso, via competição ambiental, guerra ou cruzamentos. Mas se a teoria do vulcão estiver correta, o fim deles foi muito mais trágico: grupos pequenos, isolados, sem ter o que comer.


Espécie resistente
É difícil imaginar que isso teria afetado uma espécie forte, que passou por várias Eras do Gelo e seria familiarizada com esse tipo de calamidade natural. Mas essa série de erupções teriam sido algo completamente fora do normal, de acordo com a antropóloga, acontecendo quase ao mesmo tempo -- uma delas, que aconteceu na região de Nápoles, foi considerada a maior erupção da Europa nos últimos 200.000 anos.

O Homo sapiens também poderia ter sido afetado, ressalta a pesquisadora. Mas na época, os grupos de seres humanos modernos ainda eram pequenos, com a maior parte da população ainda na África e na Ásia, enquanto os Neandertais se concentravam na Europa. Eles simplesmente não eram suficientes para repovoar o continente depois de um cataclisma desta magnitude.

A teoria tem seus problemas, o grupo admite. Não foi possível definir o espaço de tempo entre as erupções, por exemplo, e também quanto tempo levou para o Neandertal se extinguir completamente. Mas segundo estudiosos, ela se encaixa na cronologia da evolução humana. O que eles ressaltam é que os humanos provavelmente já estavam competindo com os Neandertais pelo mesmo nicho ecológico. Os vulcões podem ter sido apenas o golpe de misericórdia.

FONTE: ÚLTIMO SEGUNDO

terça-feira, 21 de setembro de 2010

ABERTURA DO MAR VERMELHO!!!!!

Modelo de computador explica como Moisés separou o Mar Vermelho.

Simulação comprova teoria de que fortes ventos teriam empurrado água de volta para o rio e "aberto" o mar para os judeus.

Dar explicações físicas para um milagre. Foi isso que Carl Drews e Weiqing Han do Centro Nacional de Pesquisas Atmosféricas (NCAR), da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, fizeram ao criar um modelo que simula por computador como o movimento do vento, descrito no Antigo Testamento, poderia ter separado as águas do Mar Vermelho. O trabalho foi publicado na revista científica PLoS ONE.

As simulações de computador mostram que um forte vento leste noturno, de mais de 100 km por hora, que durasse mais de 12 horas, poderia ter empurrado a água, para uma lagoa costeira ao longo do Mar Mediterrâneo. Assim um caminho teria se aberto, permitindo que as pessoas andassem com segurança em lodaçais no meio do Mar. Quando o vento amainou, as águas recuaram.

  Eles descobriram que um vento de 63 km/h, com duração de 12 horas, teria empurrado as águas de 6 metros de profundidade. Este fato teria exposto sapais, durante quatro horas, criando uma passagem de 3, 2 km de comprimento e 5 km de largura.


Foto: Getty Images
Quadro retrata o mar voltando ao normal e afogando os egípcios por um suposto comando de Moisés: milagre explicado.
O estudo destina-se a apresentar um cenário possível de eventos que, de acordo com a Bíblia, ocorreu há mais de 3.000 anos. Mesmo assim, peritos têm dúvidas se eles realmente ocorreram. A pesquisa foi baseada em uma reconstrução dos locais prováveis e profundidades dos canais do delta do Nilo, que mudaram consideravelmente ao longo do tempo.
“As simulações são bastante fiéis ao que é relatado no Êxodo", disse Carl Drews do NCAR, autor do estudo. "A separação das águas pode ser compreendida através da dinâmica de fluidos. O vento move a água de uma forma que, em conformidade com as leis da física, cria uma passagem segura de água em dois lados e, em seguida, abruptamente permite que a água retorne".

E o mar se abriu
O livro do Êxodo descreve a fuga de Moisés e dos judeus do Egito. Enquanto eles estavam ficaram encurralados entre as carruagens egípcias e um corpo de água frequentemente identificada como o Mar Vermelho, um poderoso vento oriental soprou por toda a noite. As águas se abriram, deixando um caminho para que Moisés e os israelitas conseguissem escapar. Quando o exército do Faraó tenta persegui-los pela manhã, a água retornou abruptamente e os soldados morreram afogados.

FONTE: IG - Último Segundo
 


 

domingo, 12 de setembro de 2010

VIDA EM MARTE!!!!

Cientistas mexicanos fizeram um estudo que contesta conclusões sobre a falta de vida em Marte tiradas com base em coletas feitas no planeta por uma sonda da Nasa em 1976.

A noção de que o planeta vermelho seria estéril tinha sido reforçada após a missão da sonda Viking, que coletou e examinou amostras do solo de Marte, sem encontrar evidências da existência de moléculas ricas em carbono ou de vida no planeta.
Mas os cientistas da Universidade Nacional Autônoma do México, da Cidade do México, afirmam que as substâncias que poderiam comprovar a chance de que poderia haver vida no planeta tinham sido destruídas no local da coleta quando a sonda pousou no planeta.

Reavaliação
Os cientistas resolveram reavaliar a questão sobre presença de moléculas orgânicas ricas em carbono em Marte após o envio de outra sonda ao planeta, em 2008.
A sonda Phoenix Mars Lander registrou a presença da substância química perclorato, que contém cloro, na região "ártica" do planeta.
Por causa dessa descoberta, os cientistas resolveram fazer uma experiência para reproduzir as condições do pouso da sonda Viking em Marte com o conhecimento de que haveria perclorato no solo.
A equipe de cientistas foi ao deserto de Atacama, no Chile, onde as circunstâncias seriam similares às de Marte.
Após adicionar perclorato ao solo e aquecê-lo, os cientistas descobriram que os gases produzidos eram dióxido de carbono e traços de clorometano e diclorometano - os mesmos gases liberados por reações químicas após as sondas Viking terem aquecido o solo de Marte mais de três décadas atrás.
Eles também descobriram que as reações químicas destruíram todos os componentes orgânicos no solo.
"Nossos resultados indicam que não apenas (substâncias) orgânicas, mas também perclorato, podem ter estado presentes no solo nos dois locais onde as (sondas) Viking pousaram", diz o autor principal do estudo, Rafael Navarro-González.

Cedo para comemorar
Apesar de animados pela descoberta, os pesquisadores afirmam que é muito cedo para concluir que tenha existido vida em Marte.
"Isso nada diz em relação à questão da existência ou não de vida em Marte, mas pode fazer uma grande diferença em como procuramos evidências para responder a essa pergunta", diz Chris McKay, do Ames Research Center da Nasa, na Califórnia.
McKay explicou que substâncias orgânicas podem vir de fontes biológicas ou não biológicas - muitos meteoritos que caíram na Terra possuem matéria orgânica.
O perclorato, um íon de cloro e oxigênio, pode ter estado presente em Marte por bilhões de anos e ter se manifestado apenas quando aquecido, destruindo todas as substâncias orgânicas presentes no solo.
Quando cientistas examinaram originalmente as informações das sondas Viking, eles interpretaram os compostos orgânicos que continham cloro como contaminantes dos fluidos de limpeza levados na nave.
Ainda não está claro se as moléculas orgânicas são naturais de Marte ou se chegaram ao planeta por meio de meteoritos.
Descobrir isto é um dos objetivos das próximas missões para Marte. A Nasa planeja dar início em 2011 à sua missão Mars Science Laboratory (MSL), com o veículo espacial Curiosity projetado para procurar material orgânico no planeta.

FONTE: BBC Brasil

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Blog Do Lucas!: Stephen Hawking diz que Deus não criou universo

Blog Do Lucas!: Stephen Hawking diz que Deus não criou universo: "'Não há lugar para Deus nas teorias da criação do universo.' A frase contundente aparece no novo livro do físico Stephen Hawking, The Grand..."