segunda-feira, 29 de março de 2010

ÚLTIMOS ESCÂNDALOS DA IGREJA CATÓLICA

ESTADOS UNIDOS
Na quinta-feira, o jornal The New York Times trouxe a notícia de que, em 1996, o cardeal Joseph Ratzinger, que veio a se tornar o papa Bento 16 em 2005, não respondeu a cartas vindas de clérigos americanos acusando um padre do Estado do Winsconsin de abusar sexualmente de menores.

O padre Lawrence Murphy, que morreu em 1998, é suspeito de ter abusado de até 200 meninos em uma escola para surdos entre 1950 e 1974.

Uma das supostas vítimas disse à BBC que o papa sabia das acusações há anos, mas não tomou nenhuma atitude.

Nas duas últimas décadas, a Igreja Católica dos Estados Unidos - principalmente a Arquidiocese de Boston - esteve envolvida em uma série de escândalos de abuso sexual infantil.

Um dos que mais chocou a população veio à tona há alguns anos, quando foi revelado que dois padres de Boston, Paul Shanley e John Geoghan, estavam envolvidos em casos de abuso nos anos 90 e foram supostamente acobertados por líderes da Igreja, que os transferiam de paróquia em paróquia.

Em 2002, o então papa João Paulo 2º convocou uma reunião de emergência com cardeais americanos, mas novos escândalos surgiram.

O arcebispo Bernard Law acabou renunciando ao posto no fim daquele ano, e, em 2003, a Arquidiocese de Boston concordou em pagar US$ 85 milhões depois de receber mais de 500 processos por abuso e omissão.

Um relatório encomendado pela Igreja em 2004 concluiu que mais de 4 mil padres americanos enfrentaram acusações de abuso sexual nos últimos 50 anos, em casos envolvendo mais de 10 mil crianças - principalmente meninos.

Em 2008, em uma visita aos Estados Unidos, Bento 16 se encontrou com vítimas dos abusos e falou "da dor e dos danos" provocados.

ALEMANHA
Desde o início de 2010, pelo menos 300 pessoas acusaram padres católicos da Alemanha de abuso sexual ou físico.

As alegações estão sendo investigadas em 18 das 27 dioceses da Igreja Católica no país natal do papa Bento 16.

Entre as acusações, está o abuso de mais de 170 crianças por padres em escolas jesuítas, além de casos dentro de um coral de meninos dirigido durante 30 anos pelo monsenhor Georg Ratzinger, irmão do papa.

Em março, o padre Peter Hullermann, que foi condenado por molestar crianças quando servia na Arquidiocese de Munique e Freising, foi suspenso de suas funções após violar uma proibição de trabalhar com menores.

No último dia 22, a diocese de Regensburg confirmou novas acusações contra quatro padres e duas freiras, em casos que teriam ocorrido nos anos 70.

O governo alemão anunciou em seguida que vai formar uma comissão de especialistas para investigar todas as acusações.

IRLANDA
No ano passado, dois documentos que examinaram acusações de pedofilia entre clérigos irlandeses relevaram a profundidade do problema no país, com casos de abuso, acobertamentos e falhas hierárquicas envolvendo milhares de vítimas durante várias décadas.

Um dos documentos mostrou que quatro arcebispos de Dublin fizeram vista grossa para casos de abuso ocorridos entre 1975 e 2004.

Quatro bispos renunciaram e toda a hierarquia da Igreja irlandesa foi convocada ao Vaticano para depor pessoalmente diante do papa Bento 16.

Em meio a isso, um novo escândalo veio à tona neste mês de março com a informação de que o chefe da Igreja Católica Irlandesa, cardeal Sean Brady, estava presente em reuniões realizadas em 1975, quando crianças fizeram um voto de silêncio sobre reclamações contra um padre pedófilo, Brendan Smyth.

Dias depois, em 20 de março, o papa Bento 16 se desculpou a vítimas de abuso sexual por clérigos da Irlanda, mas não mencionou denúncias em outros países.

HOLANDA
Ainda neste mês de março, bispos da Holanda pediram uma investigação independente diante de mais de 200 acusações de abuso sexual de crianças por padres, além de três casos ocorridos entre 1950 e 1970.

Inicialmente, as acusações envolviam a escola do mosteiro de Don Rua, no leste da Holanda.

O escândalo fez surgir dezenas de novas alegações de supostas vítimas em outras instituições do país.

ITÁLIA
Em janeiro de 2009, vários homens deficientes auditivos vieram a público para dizer que foram abusados quando eram crianças no Instituto para Surdos Antonio Provolo, na cidade de Verona, entre 1950 e 1980.

No fim do ano passado, a agência de notícias Associated Press obteve uma declaração por escrito de 67 ex-alunos da escola nomeando 24 padres e outros religiosos a quem acusavam de abuso sexual, pedofilia e castigos físicos.

A diocese de Verona disse que pretendia entrevistar as vítimas, depois de uma solicitação do Vaticano.

ÁUSTRIA
Acusações independentes de abuso sexual infantil por padres surgiram em várias regiões do país.
Após um dos escândalos, cinco padres de um mosteiro em Kremsmuesnter foram suspensos.

Em Salzburgo, o chefe de um mosteiro local renunciou ao cargo após confessar ter abusado de um menino há 40 anos, quando ele era monge.

SUÍÇA
Uma comissão formada pela Conferência dos Bispos da Suíça em 2002 vem investigando acusações de abuso envolvendo religiosos do país.

Este mês, um membro da comissão, o abade Martin Werlen, disse em uma entrevista que cerca de 60 pessoas fizeram acusações sobre casos que teriam ocorrido nos últimos 15 anos.

Um padre do cantão de Thurgau foi preso no último dia 19 sob suspeita de abuso sexual de menores.

FONTE: BBC Brasil

domingo, 28 de março de 2010

O DEUS DE CASSIANO

Deus é o cosmo infinito,

O invisível de todo o universo,

Um poder matematicamente universal

Que não pode ser definido

Como sendo totalmente bom

Ou como sendo totalmente mau.



Deus é a geometria do universo,

É um círculo sem circunferência

Que em toda parte está centrado,

É um poder comum a todos nós

Pois é em nosso interior

Que também será encontrado.



Deus é o que vem depois da morte,

É a união de todos nós,

A união do bem com o mal,

É a única força superior,

É o atmã do universo,

É a mente universal.



Deus é o poder infinito

Que está em nosso subconsciente,

É o sol de cada dia,

A lua e as estrelas da noite,

As trevas e a luz

Que existem em nossa mente.



Deus é às leis do universo,

É tudo o que queremos,

É nosso céu, é nosso inferno,

É a lei em nossa mente,

É nossa merecida glória,

É nosso merecido tormento.



Deus é o que rege o universo,

É os anjos e os demônios

Que estão em nossa mente,

“é à força da imaginação”,

É o poder do pensamento

Aceito em nosso subconsciente.



Deus é energia poderosa,

É a evolução interior,

É a vida e é a morte,

É o poder da evolução,

É nosso azar, é nossa sorte,

É nosso ódio, é nosso amor.



Deus é o sopro que dar a vida,

É o nosso barro bruto,

É matéria e é energia,

É o fraco e é o forte,

É o nosso terceiro olho,

É o nosso sabe tudo.



Deus é nosso desejo de viver,

É o nosso medo de morrer,

É o branco que está no negro,

É o negro que está no branco,

É o equilíbrio dos opostos,

É o nosso tudo ver.



Deus é tudo o que já falei,

É tudo o que eu não falei,

É tudo que está em tudo,

É o todo que está no pouco,

É o pouco que está no todo,

É o nosso pode tudo.

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domingo, 21 de março de 2010

UM SANTO ASSASSINO

Constantino, o verdadeiro inventor do cristianismo romano, o mesmo cristianismo que atravessou o tempo e chegou aos nossos dias. O Imperador assassino que foi transformado em santo pela assassina IGREJA de sua época.

Reza a história que em 313 d.c., Cosntantino promulgou o Édito de Milão, declarando que o Império Romano era neutro em relação ao credo religioso, pondo fim a perseguição aos cristãos.

Em 325 d.c. aconteceu o primeiro concílio ecuménico da Igreja Católica(O concílio de Nicéia). Nesse concílio Constantino convocou aproximadamente 300 bispos para se decidir sobre o futuro do cristianismo em Roma. Nesse concílio ficou decidido que Jesus era divino, que Deus era três em um, e que os arianos eram hereges...

Em 326 d.c., movido por uma falsa acusação de sua mulher(Fausta), Constantino mandou matar o seu próprio filho(que teve fora do casamento). Tempos depois, ao descobrir que sua mulher havia mentido, ele mandou matá-la também. E ainda no mesmo ano, ele ordenou a morte do filho de sua irmã, isso depois de já ter mandado matar o marido da mesma(o seu cunhado e ex-amigo de guerras, Licínio).

Em 337 d.c., a beira da morte, Cosntatino foi batizado por um bispo ariano. Após sua morte a Igreja o transformou em santo, e até hoje a igreja ortodoxa grega o venera como tal. O são Constantino da diabólica Igreja assassina!!!

Mas fazer o que, se o passado da Igreja é um verdadeiro mar de sangue, né?

domingo, 14 de março de 2010

ATEU JÁ TENTOU PROVAR NA JUSTIÇA QUE JESUS NÃO EXISTIU!

 Em uma paisagem de fábula, entre colinas e ruínas criadas pelo vento, um duelo foi declarado. Luigi Cascioli, o acusador, foi seminarista na juventude. Hoje é ateu e vive cercado de livros anticlericais. Em uma igreja de Bagnoregio, na Itália, vive o acusado. Monsenhor Enrico Righi é um padre de paróquia e passa as tardes diante da cruz. Os dois estudaram no mesmo seminário nos tempos duros do pós-guerra. Com mais de 70 anos, Luigi e Enrico se encontraram de novo num tribunal. Luigi denunciou Enrico e toda a teoria cristã.


A denúncia foi apresentada na Procuradoria da República em setembro de 2002 e causou embaraço entre os moradores de Bagnoregio. O pároco da cidade foi acusado de enganar o povo por pregar que Jesus Cristo realmente existiu e que nasceu em Belém, de uma virgem de nome Maria.

"Eu denunciei a Igreja, na figura do padre, por abuso da credulidade popular, da ignorância do povo", explica Luigi.

"Pareceu-me estranho. Nunca ninguém tinha me chamado de ‘embrulhão’. Eu sou um entre 30 mil párocos na Itália que pregam a mesma coisa. No mundo, somos 500 mil párocos e cremos na mesma coisa. Pareceu-me absurdo, fiquei muito surpreso", conta padre Enrico.

Luigi diz que não discute teologia, mas história, e que não há provas históricas da existência de Jesus, apenas relatos feitos por cristãos. O ex-seminarista sustenta que a vida de Jesus foi inventada, inspirada na história de outra pessoa.

"Tudo que se refere a Cristo foi tirado da vida de João de Gamala, que era filho de Judas Galileu e marido de Maria Madalena. Segundo cálculo dos cristólogos, João de Gamala foi crucificado entre os anos 37 d.C. e 42 d.C.", diz Luigi.

A fonte mais importante do acusador é um historiador da Antigüidade, Flávio Josefo, que nas suas obras, de fato, narrou partes da vida de João de Gamala.

"Não tem motivo para incriminar uma pessoa porque ela fala de outra. Eu falo bem de Jesus; ele fala mal. Estamos quites. É difícil fazer pesquisas de quem viveu há dois mil anos", diz padre Enrico.

O acusador também cita dois apóstolos de Cristo, Pedro e Tiago Menor, para reforçar a tese de que Jesus não existiu. "Nós temos o testemunho escrito por Flávio Josefo de que Pedro e Tiago foram mortos no ano de 44 d.C., acusados de serem rebeldes revolucionários. Como a Igreja pode dizer que no ano 60 d.C. Pedro foi a Roma e se tornou o primeiro Papa?", questiona Luigi.

"Nunca pensei em indagar a existência de Deus. Eu acredito e pronto. Se ele é ateu, eu não o denuncio por isso. Não entendo por que ele me denunciou só porque sou cristão", diz o acusado.

No ano passado, padre Enrico foi convocado pela Justiça e teve que contratar um advogado de defesa. Em janeiro aconteceu a primeira sessão do julgamento, no Palácio da Justiça de Viterbo, perto de Bagnoregio.

O caso ficou conhecido como o "Tribunal de Jesus" e mobilizou a Corte da cidade de Viterbo. Uma sala chegou a ficar repleta de curiosos que queriam acompanhar o julgamento de Cristo, mas o juiz arquivou o caso. "Agora vamos entrar com um recurso na Corte de Strasburgo", anuncia Luigi.

Esperando ser chamado pela Corte Européia, Luigi prepara seu dossiê de muitas páginas contra a Igreja. Padre Enrico prefere o silêncio e o recolhimento na companhia do Cristo e dos santos.

FONTE: http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL695489-15605,00.html

domingo, 7 de março de 2010

JESUS NÃO EXISTIU? SERÁ?

Não tenho a mínima intenção de alterar uma vírgula nos tratados de vossa nem nos abismos de vossa ignorância , apenas pretendo transmitir estas notícias aos poucos estudiosos e pesquisadores que têm soberania de pensamento e que, desde o alto de suas inquietudes , saberão ler-me sem pestanejar , sem surtos histéricos e sem grandes escândalos .

Entendo perfeitamente bem que depois de tantos séculos de mentiras e de desgraças , depois de tantas esperanças frustradas e de terrores introjetados, depois de tantos anos de conspiração contra a saúde mental das pessoas , a realidade caia sobre os beatos mais alienados como uma bomba . Mas é respirar fundo , tomar uma água com açúcar que tudo volta ao normal . Afinal , todo mundo sabe que não para mentir durante tanto tempo e que a omissão da verdade vai se tornando cada vez mais insustentável .

1. O assunto

Foram muitos os pensadores e pesquisadores que dedicaram parte de suas vidas buscando provas materiais e históricas sobre a existência de Cristo . Tal fundamento jamais foi encontrado. O que se tem presenciado desde o princípio do cristianismo até hoje é que a existência de Jesus tem sido obsessivamente defendida por meio de peças e documentos nada científicos ( como a Bíblia ) e de testemunhos forjados por aqueles que sempre tiveram interesse religioso , econômico e político nessa existência .

Bibliotecas e museus guardam documentos e escritos de autores que foram " contemporâneos de Jesus", que neles não há nenhuma referência a esse multifacetado personagem . Os documentos que a igreja detêm a respeito , não possuem valor histórico , que originalmente não mencionavam o nome de Jesus, e que foram rasurados, adulterados e falsificados, visando suprimir a ausência de documentação verdadeira. Essa falta de comprovação torna-se ainda mais significativa quando comparamos Jesus com Sócrates, por exemplo, que apesar de haver vivido vários séculos antes da lenda cristã, deixou comprovada sua existência , sua produção filosófica e cultural, seus pensamentos e inclusive seus discípulos (Aristóteles, Platão, Fédon etc).

Enquanto que Jesus não deixou verdadeiramente nada de palpável , seus discípulos teriam sido analfabetos que nada escreveram e que também não foram mencionados em lugar nenhum pelos historiadores da época .

Segundo um estudo realizado por La Sagesse, Jesus Cristo foi apenas uma entidade ideal criada para fazer cumprir as escrituras , visando dar seqüência ao judaísmo em face da diáspora e da destruição do Templo de Jerusalém. Teria sido um arranjo feito em defesa do judaísmo que então morria, surgindo uma nova crença , na qual ­ paradoxalmente - os judeus nem crêem. Tudo foi planejado para que o homem comum , as massas e os rebanhos continuassem sendo  dóceis e fácil de manipular pelas mãos hábeis daqueles que historicamente sempre aproveitaram as religiões como fonte de lucros e de poder .

2. Provas e contra-provas

Flávio Josefo, Justo de Tiberiades, Filon de Alexandria, Tácito , Suetônio e Plínio (o Jovem ), segundo a igreja católica , teriam feito referências a Cristo em seus escritos , que esses documentos quando submetidos pela ciência a exames grafotécnicos, apresentaram provas de que haviam sido adulterados, parcialmente alguns e totalmente outros , pela igreja .

Além disso, o nome Crestus, Cristo e Jesus eram nomes muito comuns tanto na Galiléia como na Judéia e não se sabe a quem eram feitas as referências . Filon de Alexandria, apesar de haver contribuído muito para a construção do cristianismo , nega a existência de Cristo . Escrevendo sobre Pôncio Pilatos e sobre sua atuação como Procurador da Judéia, não faz referência alguma ao suposto julgamento de Jesus. Fala dos essênios e de sua doutrina comunal sem mencionar para nada o nome de Cristo . Quando esteve em Roma para defender os judeus , Filon fez os relatos mais diversos de acontecimentos ocorridos na Palestina , não dando nenhum dado sobre o personagem Jesus. É importante lembrar que Filon foi um dos maiores intelectuais de seu tempo , que estava muito bem informado e que jamais omitiria uma vida tão curiosa e tão trágica como a de Jesus. E o silêncio de Filón não se refere apenas a Jesus, mas também aos apóstolos, a José e a Maria.

Flavio Josefo, que nasceu no ano 37 e que escreveu até o ano 93 sobre o cristianismo , sobre o judaísmo, sobre os messias e os cristos do período , nada disse sobre Jesus Cristo . Justo de Tiberíades que escreveu a história dos judeus , desde Moisés até o ano 50, não menciona a Jesus. Os gregos , os romanos , os hindus dos séculos I e II, jamais ouviram falar da existência física de Jesus Cristo . Os trabalhos filosóficos e teosóficos dos professores da Escola de Tubingem demonstraram que os evangelhos  e a Bíblia não possuem nenhum valor histórico e que tudo o que consta neles são arranjos , adaptações e ficções como o próprio Cristo o foi.

3. Crestus e Cristo

Em 1947, em Coumrã, foram encontrados documentos escritos em hebreu que falavam em Crestus e não em Cristo . A igreja , ao tomar conhecimento da descoberta de tais documentos , pretendeu fazer crer que o tal Crestus era o mesmo Cristo de sua criação , que as investigações posteriores deixaram muito claro que se tratava de uma fraude da igreja e que Crestus não era o Cristo que a igreja pretendia inventar . Tais documentos haviam sido escritos quase um século antes da novela do Calvário e que Crestus era um líder de uma comunidade legendária e comunista .

4. Os filósofos e os historiadores diante do mito

Todos os historiadores que conseguiram « historiar » movidos pelas evidências e não pela ou pelo fanatismo negam a existência de Jesus Cristo . Reimarus, filósofo alemão (1768) chegou a conclusões irrefutáveis que abalaram a igreja , tanto ou mais que as conclusões de Darwin e de Copérnico. Kant foi o primeiro filósofo que expulsou Jesus da história da humanidade . Volney, em " Ruínas de Palmira", nega a existência de Jesus. A. Drews viveu e estudou durante muitos anos a história da Palestina e constatou que o cristianismo foi totalmente estruturado sobre mitos e mentiras . Dupuis, Reinach, Kapthoff, Couchoud etc, todos coincidem em dizer que tudo não passou de uma farsa aplicada sobre os homens de e um jogo político usado para fins de domínio .

5. Outras fontes do Cristianismo

O cristianismo não passa de plágios e de uma montagem de filosofias , religiões , valores éticos e morais , mitos e preconceitos pirateados de outras culturas . Como se sabe, antes do mito de Cristo existiram centenas de outros supostos « redentores », de outros « messias », outros « enviados »... e quase todos anunciados e nascidos de virgens , milagreiros e humanitários que prometiam voltar para redimir o populacho de suas culpas ( quê culpa ?) e de seus pecados , blábláblá. Até hoje , entre os mais famosos e com mais status podemos citar Buda , Vishnu, Krishna, Mitra , Horus, Adonis etc. Inclusive os preceitos e a moral usada pelo cristianismo e atribuída a Cristo , foi sugerida e divulgada milhares de anos antes , por filósofos, charlatães e
visionários . Exemplos :

(a). " Não faças aos outros o que não queres que a ti seja feito ", pode ser encontrado no budismo , no bramanismo e nos escritos de Confúcio seis mil anos antes .

(b). " Perdoar aos inimigos ", havia sido aconselhado por Pitágoras muitos anos antes de Cristo .

(c). " Fraternidade e igualdade ", foi insistentemente preconizada por Filón.

(d)." Tolerância e virtude ". bem como o humanismo , a castidade e o pudor foram sugeridos e recomendados por Platão.

(e). Aristóteles enchia o saco dos gregos com a idéia de que a " comunidade deve repousar no amor e na justiça ".

(f). Sêneca aconselhava "o domínio das paixões bem como a insensibilidade à dor e aos prazeres ". Ao mesmo tempo em que pedia " indulgência para com os escravos , que todos os homens eram iguais ". Os homens -   segundo Sêneca e segundo Cristo - deviam amar-se uns aos outros   etc. Todos esses clichês e chavões que os cristãos acreditam ser de seu mestre foram plagiados pelos inventores e gerentes da nova religião .

Para concluir : os organizadores do cristianismo não fizeram mais que selecionar , acrescentar e diagramar os pilares da nova e mais popular religião do planeta , religião que assaltaria o mundo e o tomaria de surpresa , prometendo-lhe exatamente o que a miséria e a imbecilidade generalizada de então precisava ouvir .

Não fizeram mais do que aproveitar-se da cegueira e da ignorância dos rebanhos , inventando novelas e anedotas sem sentido que eram sempre respaldadas pelo " mistério ", pelas "complexidades divinas", pelo " sobrenatural " e pelo " incognoscível ", . propagandeando um " paraíso " fora da terra ( lógico ) para os debilóides, e a volta do " Salvador ".

O tempo , as deficiências culturais e mentais , a lingüística , a informática , a propaganda enganosa , o comércio e muitos outros fatores foram fazendo dessa mentira pueril do messias uma verdade inquestionável , a ponto de alguns fanáticos afirmarem como um dos tantos e cômicos personagens Bíblicos: "Creio porque é absurdo ".