quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Anedota falha - O mal é a ausência de Deus


Um professor ateu desafiou seus alunos com esta pergunta:
— Deus fez tudo que existe?
Um estudante respondeu corajosamente:
— Sim, fez!

* A tendência pró-religião do texto começa a se mostrar ao se qualificar a resposta do estudante como "corajosa".


— Deus fez tudo mesmo?
— Sim, professor — respondeu o jovem.
O professor replicou:
— Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe e, considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau.
O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado mais uma vez que a Fé era um mito.

* Notem que essa argumentação não é sobre a existência ou não de Deus, mas sobre sua personalidade. E um argumento bem fraquinho, pois é questionável que "nossas ações são um reflexo de nós mesmos".


Outro estudante levantou sua mão e disse:
— Posso lhe fazer uma pergunta, professor?
— Sem dúvida, respondeu-lhe o professor.
O jovem ficou de pé e perguntou:
— Professor, o frio existe?

* Um professor de Física saberia o que responder, mas vá lá, o texto não diz qual a matéria que o professor leciona.


— Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?
O rapaz respondeu:
— Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade, é ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e, não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor. E a escuridão, existe? — continuou o estudante.
O professor respondeu:
— Mas é claro que sim.

* Mesmo sem ser um professor de Física, é ridículo imaginar que uma pessoa de bom-senso respondesse assim, depois da primeira resposta. Já seria óbvio para qualquer um que a resposta para esta segunda pergunta seria "a escuridão é a ausência de luz".


O estudante respondeu:
— Novamente o senhor se engana. A escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas várias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente.

* Depois destas respostas em que foram apresentadas informações corretas e verificáveis, o autor da anedota prepara-se para a deturpação religiosa final...


Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor:
— Diga, professor, o mal existe?
Ele respondeu:
— Claro que existe. Como eu já disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal.
Então estudante respondeu:
— O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a fé ou o amor, que existem como existem a luz e o calor. O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz.

* Acima se abordaram as oposições calor × frio, luz × escuridão. Ao se tratar do mal, o certo seria abordar a oposição bem × mal.


*



*




* A oposição bem × mal não se presta a uma analogia com as oposições acima. Porque o calor e a luz são realmente "coisas" existentes, detectáveis e mensuráveis. Mas o bem não. Na verdade, tanto o bem quanto o mal não existem por si sós. Ambos são termos que o homem criou para descrever coisas, situações e ações, conforme as sensações que lhe proporcionam, agradáveis ou desagradáveis.


* O texto mencionou "roubos, crimes e violência" como ilustração do mal. Percebe-se que está usando "mal" no sentido mais estrito de "malevolência", um estado mental no qual uma pessoa está determinada a fazer "mal" (coisas desagradáveis) a outras pessoas. O autor alega que a benevolência é induzida pela presença de "Deus no coração", e a malevolência por sua ausência. Diferentemente dos casos ilustrados anteriormente (calor e luz), o fator "Deus no coração" não é algo detectável ou mensurável — quiçá existente. Ele faz essa alegação sem nada apresentar em favor dela, simplesmente repetindo o que sua religião lhe ensinou.


* Mesmo assumindo que Deus exista e que ele é a fonte da benevolência, como sugere o autor da anedota, isso não o exime da existência da malevolência. Pois, ao criar o universo ele teria definido como ele funcionaria. Teria sido por determinação dele que pessoas poderiam vir a privar seus corações da "presença de Deus", e que isso as tornaria malevolentes. Pois se Deus não quisesse que isso acontecesse, poderia criar um universo diferente, em que as pessoas reagissem de modo diferente e essas coisas não acontecessem. Enfim, se a malevolência ocorre, foi porque Deus quis que ela fosse possível.


* Isso não torna o suposto Deus necessariamente mau (o caráter inteiro de uma pessoa não é determinada por uma ou outra coisa que ele faça, mas pelo conjunto das suas ações), mas certamente responsável pela existência do mal.


* E a despeito do que o que o estudante da anedota diga, não nos esqueçamos da confissão:


* "Eu formo a luz e crio as trevas; eu faço a paz e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas essas coisas." Isaías 45:7
FONTE: http://atheismo.wikispaces.com/Anedota+falha+-+O+mal+%C3%A9+a+aus%C3%AAncia+de+Deus

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

O NATAL


O natal está chegando,
Tempo de confraternização,
Nasce o desejo de paz,
De fraternidade, de união.

Aniversário dos messias
Aqueles que ficaram na história,
Lembramos seus nascimentos,
Fazemos festas em suas memórias.

Pedimos a proteção divina
Nesta festa até grandiosa,
E pedimos aos muitos messias
Que nos concendam muitas vitórias.

A paz nós queremos ter
Mas não sabemos como nos ajudar
Por isso pedimos aos mitos
Que ilumine o nosso lar.

E em nome de todos os messias,
Dos pais, dos filhos e dos espíritos santos,
Desejamos feliz Natal para todos
E ao cosmo nossas preces rogamos.
www.clubedeautores.com.br

sábado, 19 de dezembro de 2009

JOSÉ E A VIRGEM NA CAMA


Um outdoor colocado do lado de fora de uma igreja anglicana da Nova Zelândia, mostrando a imagem da Virgem Maria na cama com José, está provocando protestos de cristãos no país.
O outdoor traz a legenda Poor Joseph. God was a hard act to follow ("Pobre José. Foi difícil vir depois de Deus", em tradução livre), sugerindo que a cena ocorreu após a Concepção do Menino Jesus.
Segundo o vigário da igreja St. Matthew-in-the-City, Glynn Cardy, a ideia do cartaz era questionar estereótipos e promover o debate entre os fieis sobre o nascimento de Jesus Cristo.
Mas a Igreja Católica condenou o outdoor, chamando-o de "inapropriado" e "desrespeitoso".
Apenas horas depois de ser exibido em público, o cartaz foi vandalizado com tinta marrom.
Sátira
O vigário Glynn Cardy disse que o objetivo do cartaz era satirizar a interpretação literal da concepção de Cristo.
"Estamos tentando fazer com que as pessoas pensem mais sobre o sentido do Natal", disse ele à agência de notícias New Zealand Press Association (NZPA).
Cartaz vandalizado
Horas depois de ser colocado, cartaz foi vandalizado
(O Natal) tem a ver com um Deus espiritual masculino enviando seu sêmen para que uma criança nasça ou com o poder do amor em nosso meio?", questionou.
Cardy disse à NZPA que a igreja recebeu e-mails e telefonemas sobre o polêmico outdoor.
"Cerca de 50% disseram ter adorado, e cerca de 50% disseram que era terrivelmente ofensivo", disse ele, "mas foram cerca de 20 comentários sobre o cartaz. Isso é a Nova Zelândia."
‘Ofensivo’
A porta-voz da Diocese Católica de Auckland, Lyndsay Freer, disse que o poster era ofensivo para os cristãos.
"Nossa tradição cristã de 2 mil anos diz que Maria permanece virgem e Jesus é filho de Deus, não de José", disse ela ao jornal New Zealand Herald. "Um cartaz como esse é inapropriado e desrespeitoso."
O grupo de defesa dos valores familiares Family First disse que qualquer debate sobre o nascimento de Jesus de uma Virgem deve ser realizado dentro da igreja.
"Confrontar crianças e famílias com o conceito, com um outdoor na rua, é completamente irresponsável e desnecessário", disse o diretor do grupo Bob McCroskrie ao site de notícias stuff.co.nz.
FONTE: BBC Brasil

domingo, 13 de dezembro de 2009

SEGUNDO LIVRO DE MINHA AUTORIA


Surge um claro no horizonte, uma luz começa iluminar o mundo, em pequenas partes, em cada lugar, mas logo será em todo o universo. Cada um busca essa luz como pode, alguns já sabem que a tem dentro de si, mas é preciso que todos a descubram, para que se forme uma só luz. É preciso descobrir-la no íntimo, para fazer o mundo mudar, é preciso querer este novo mundo, é preciso acender esta luz em si. É preciso acreditar nesta luz, para fazer do sonho uma realidade, e assim, tornarmo-nos uma só luz, em uma comunhão universal. E quando todos forem uma só luz, o mundo será uma chama acesa que iluminará toda a escuridão, e todo o universo será luz.
http://clubedeautores.com.br/book/7676--DEUS_E_OUTRAS_COISAS

domingo, 6 de dezembro de 2009

ENERGIA VITAL

Ela está adormecida

Esperando uma mão amiga

Para despertar de seu sono

E transformar nossas vidas.




Ela é o prana dos budistas

É o chi dos chineses

É o espírito santo dos cristãos

É o ki dos japoneses.



Ela está em todos nós

Muitos não querem acreditar

Os eremitas usaram-na para curar,

Os guerreiros das sombras para matar.



Ela é a serpente da bíblia

É a telergia da parapsicologia

É a kundalini da yoga indiana

É a fantástica energia da vida.



Ela é uma força universal

Que em nosso corpo circula,

O seu desequilíbrio gera doenças,

O seu equilíbrio estabelece a cura.



Depende de nosso controle e vontade

Para usá-la para o bem ou para o mal,

Ela é a potente energia cósmica,

Ela é a energia vital.

http://clubedeautores.com.br/book/7676--A_FILOSOFIA_DA_POESIA

domingo, 29 de novembro de 2009

UMA FLECHA PARA O AMOR



Noite fria de inverno
Eu estou só outra vez

Estou sozinho em minha cama

Pensando no que ela me fez.



Ela jurou que me amava

E eternamente comigo viveria

Pois somente eu e mais ninguém

Para sempre, o seu homem seria.



Mais era só uma paixão

Um simples fogo de palha

Que de início cresce em exagero

Mas em pouco tempo se desfaz.



Agora eu cheguei a uma conclusão

Que por ela eu fui enganado

Enquanto ela representava,

Eu acreditava que estava sendo amado.



O amor nasceu dentro de mim

E por ela eu me apaixonei

E no dia que ela me deixou

De desgosto e tristeza eu chorei.





Eu peço a Deus que me ajude

E mande um cupido flechar-la

Bem no meio de seu coração

E ela sinta o amor transbordá-la.



E quando isso acontecer,

E em seu coração o amor nascer

Ela voltará para mim

E felizes nós iremos viver.
CLUBE DE AUTORES

domingo, 22 de novembro de 2009

AMNÉSIA CÓSMICA



Um físico da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, fez muitos cálculos e conseguiu algumas pistas do que podia estar acontecendo antes do nascimento do Universo -- ou, pelo menos, antes do nascimento da versão que conhecemos do Universo.
A história tradicional da origem do cosmos conta que ele surgiu cerca de 13,7 bilhões de anos atrás, quando, por alguma razão misteriosa, toda a energia e matéria contida nele, até então reunida num ponto infinitamente quente e denso, passou a um movimento de expansão radical. Essa narrativa é basicamente o que diz a famosa teoria do Big Bang, hoje consagrada nos meios científicos, mas ainda marcada por algumas limitações.

Embora essa teoria já tenha se mostrado muito eficiente para explicar como o Universo evoluiu nos últimos bilhões de anos, até o surgimento do Sol, da Terra e da vida, ela não consegue sondar o exato instante do surgimento do cosmos -- aquele momento em que tudo estava reunido num único ponto, também conhecido no linguajar "fisiquês" como uma "singularidade".

Isso acontece porque, para analisar uma situação tão radical quanto a singularidade inicial, é preciso reunir no mesmo saco a teoria da relatividade geral, que explica como funciona a gravidade, e a física quântica, que esclarece como funcionam as outras forças da natureza, ligadas aos fenômenos atômicos. Ocorre que a relatividade e a teoria quântica, embora funcionem muito bem separadas, só produzem lixo quando reunidas  (as equações deixam de fazer sentido

Para sondar um fenômeno como o início do Universo, portanto, é preciso desenvolver uma outra teoria, mais poderosa, capaz de descrever tudo que está envolvido naquele instante primordial. Ninguém sabe hoje que teoria é essa, mas há algumas candidatas, atualmente sendo desenvolvidas por grupos de física teórica.

Foi com uma dessas alternativas que o físico Martin Bojowald chegou a suas conclusões sobre o período anterior ao "início oficial" do Universo. A teoria que ele usou é chamada de gravidade quântica de laços, e seu objetivo é basicamente reescrever a famosa relatividade de Einstein em termos que permitam-na dialogar com o resto do mundo quântico.

Partindo dessa versão da gravidade quântica, é possível sondar a singularidade, e aí os cientistas ficam livres para brincar com a hipótese de que o Big Bang pode não ter sido o real início do Universo. Com efeito, talvez o cosmos nem tenha um início no tempo -- possivelmente ele sempre foi e sempre será, alternando apenas em seu estado. Nesse contexto, o Big Bang clássico representa apenas um momento no tempo em que o Universo passou de um estado de contração para um estado de expansão. 

Caso isso esteja correto, Bojowald traz boas notícias. Segundo seus cálculos, é possível que alguma "informação" sobre o estado do Universo pré-Big Bang possa ter "vazado" para dentro dessa versão atual quando a expansão (re)começou. Isso quer dizer que, com as observações certas, talvez seja possível obter provas de que o Big Bang não foi o princípio de tudo e até mesmo desvendar algumas das características dessa fase anterior do Universo.

Agora, a má notícia: segundo o físico da Pensilvânia, esse quadro da "vida anterior" do Universo nunca estará completo. Se, de um lado, há a possibilidade de encontrar alguma evidência do que veio antes, de outro lado, os cálculos mostram que, ao passar pelo gargalo do Big Bang, o Universo sofre de uma espécie de "amnésia cósmica": muitos dos detalhes do que veio antes disso simplesmente são apagados e não deixam resquícios uma vez que o cosmos "renasce".

Claro que alguns físicos menos entusiasmados com a gravidade quântica de laços ou com o trabalho de Bojowald podem argumentar que, se essa amnésia cósmica é realmente inevitável, a nova teoria não fez muito mais que a antiga versão do Big Bang para explicar o que teria vindo antes. Mas o cientista da Pensilvânia responde a isso: "Esse pode parecer um retorno à imagem tradicional do Big Bang, em que falar de 'antes do Big Bang' não tem significado. Mas é mais sutil: nessa imagem tradicional, o Big Bang é precedido por uma singularidade em que a teoria se quebra. A singularidade é uma limitação técnica, em vez de um início físico. A gravidade quântica usada aqui pode fornecer soluções que vão além da singularidade clássica. Ainda assim, as limitações para as observações de algumas, mas não todas, propriedades pré-Big Bang agora são derivadas da teoria, não são limitações da teoria", escreveu o pesquisador, em estudo publicado on-line pelo periódico científico "Nature Physics".
FONTE: www.g1.globo.com/notícias/ciencias/

sábado, 21 de novembro de 2009

NOITE DE TRISTEZA


Eu vejo a noite chegar
E fico triste por não ter você aqui,
Em minha mente vem a lembrança
Do dia em que eu vi você parti.

Você foi e jurou não mais voltar
Dizendo que iria me odiar,
E que o erro maior de sua vida
Foi ter aceito me amar.

Tudo por causa de sua família,
A incompreensão separou nossas vidas,
Mas eu sei que você ainda me ama,
Volte para mim, minha querida.

Eu te espero dias e noites
Pois também eu te amo muito
Perdoa-me e volta para mim,
E eternamente, vamos viver juntos.


Eu te quero mais do que tudo
Quero você sempre ao meu lado,
A vida distante de ti
Faz-me sentir estar sendo torturado.


Eu peço a Deus todas as noites
Que a mande de volta para mim
Pois somente ele muito sabe
Que só você minha tristeza porá fim.

Clube de autores

domingo, 25 de outubro de 2009

O CAMINHAR



Deito-me, não consigo dormir

Levanto-me a procura de algo para fazer,

Não encontro,

Caminho dentro de casa

E nada encontro

Que me faça sentir-me totalmente feliz.


Caminho dentro de mim

E lá eu encontro você,

A mulher da minha vida

A mulher que eu tanto amo

Que quero e não posso tê-la,

Não posso tê-la aqui comigo.


Vai-se a noite, vem o dia,

Eu caminho pelas ruas,

Tento te esquecer

Mas você está em toda parte

Em toda mulher que eu olho

Em qualquer lugar que eu vá.


Sento-me no banco de uma pracinha

Olho para o céu infinito,

Fecho os olhos e caminho no espaço

E você também está lá,

Mas está bem distante de mim

E eu não consigo te alcançar.


Abro os olhos e compreendo

Que estou sempre caminhando em mim,

Nos caminhos de minha mente

Onde você estar dia e noite

Mas não deixa que eu te alcance

E possa entrar e caminhar em ti.
 
 
http://clubedeautores.com.br/book/5480--SOFRIMENTO_DE_UM_POETA
 
 

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

A CIÊNCIA UNIVERSAL


"Os números governam o mundo"

Isso nós já sabemos,

Pois a Matemática está presente

Em tudo o que nós fazemos.



Entender a Matemática

Não é difícil como se pensa,

Basta gostar e estudá-la

Para tê-la em nossa conciência.



E para aprender Matemática

É preciso querer e praticar,

E perceber que diariamente

Estamos sempre a calcular.



A Matemática é o mundo,

É o universo dos cientistas,

É a ferramenta indispensável

Para todos os campos de pesquisas.



É uma ciência abstrata

Sem mudanças precoces,

E todos são obrigados a usá-la

Mesmo que dela não goste.



É uma ciência fantástica,

É ciência exata e natural,

É a rainha das ciências

É a ciência universal.



ANTONIO CASSIANO

sábado, 10 de outubro de 2009

VENHA DEPRESSA


Quero que você venha pra mim,

Quero que você seja só minha,

Venha depressa preencher a minha vida

Que está triste e também vazia.



Não me rejeite, não diga que não,

Perdoa-me se algum mal te fiz,

Venha depressa, eu estou te esperando,

E te prometo te fazer muito feliz.



Meu coração está quase explodindo

De tristeza e de solidão,

Venha depressa em nome do amor

Seja piedosa e tenha compaixão.



Não queira ser culpada de homicídio

Pela morte de um homem apaixonado,

Venha depressa, eu estou ficando louco

Estou deprimido, estou desesperado.



A minha vida sem você é um inferno,

O céu já não existe para mim

Venha depressa, eu estou morrendo aos poucos,

E não demores senão será meu fim.



Aqui eu termino meu pedido

Em prantos e em grande aflição

Venha depressa acabar a dor terrível

Que me destrói a mente e o coração.



Antonio Cassiano(O POETA SÓ)

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

O EU SOU NA MORTE



Eu serei o Eu Sou na morte,
serei a revelação maior,
serei o cosmo infinito,
serei a eternidade da morte.

Na morte eu serei a energia comum,
a energia comum a todas as vidas,
e toda vida que for para morte,
será o Eu Sou, e seremos somente UM.

Na morte eu serei a vida,
serei a vida original,
serei todo bem, serei todo mal.

Na morte eu serei o Pai,
serei o Filho e o Espírito Santo,
serei o divino, e também o satânico.


ANTONIO CASSIANO 06/07/1996

O POETA DA MORTE



Eu sou um poeta da vida,
Eu sou um poeta da morte
Pois a morte é minha vida
E a vida é minha morte.

Eu morri quando nascir
E a morte eu estou vivendo,
E estou morrendo na vida,
E nascerei quando morrer.

Na morte eu serei a vida,
Serei a vida universal
Serei a vida de toda morte.

Na vida da morte não mais morrerei,
Serei a vida da morte eternamente,
Serei o todo na vida da morte.


Poesia escrita em 21/06/1996
ANTONIO CASSIANO

domingo, 6 de setembro de 2009

OUTRO ALGUÉM NÃO PODEREI AMAR



Quando a noite vem
a lua brilha no céu
nesse instante eu sinto
nos lábios, seu gosto, meu mel

Seu rosto surge em minha mente
com a beleza sublime
com semelhança de anjo
que do céu vem saíndo.

As estrelas do firmamento
sempre me fazem pensar
que seus olhos ainda estão
a me espreitar...

Mas agora eu sei
que você já me esqueceu
pois um outro ocupa
um lugar que já foi meu.

Eu me tranco em minha casa
e me ponho a pensar
em tudo que foi tão lindo
e agora ter que terminar.

A noite vai passando
e eu não consigo dormir
fico alimentando a esperança
de ver você surgir...

O dia amanhece
o sol já vem saindo
contemplo esse espetáculo
mas não é sorrindo...

Eu caminho pelos campos
algo me chama atenção
uma linda flor que desabrochou
que ontem era só botão.

Novamente o pensamento em ti
vem me atormentar,
e eu me conscientizo,
outro alguém não poderei amar,
outro alguém não poderei amar...

ANTONIO CASSIANO

sábado, 5 de setembro de 2009

UM LINDO AMANHECER


Quando amanhece o sol vem surgindo
na linha do horizonte,
com sua forma arredondada
e sua maravilhosa cor de ouro
e a claridade de bilhões de luzes.

Neste amanhecer tudo é lindo,
o gorjeio dos pássaros,
a brisa que entra pela janela,
o lindo beija-flor,
com seu longo bico a tocar na flor,
para se alimentar do seu néctar...

É neste momento que se tem
a paz e a tranquilidade,
e as esperaças de alcançar
o ideal mais desejado,
e a certeza de se ter um dia feliz,
um dia muito feliz...

E até mesmo a natureza
e as delicadas flores, a nos embriagar,
com os seus perfumes primaveris,
e nós caminhamos sorrindo,
felizes, para nos encontrar,
com a natureza, com a natureza...

ANTONIO CASSIANO 28/10/1983